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Polinização de abobrinha italiana (Cucurbita pepo L.) em estufa por abelhas melíferas mantidas em colmeias com dois alvados

Processo: 18/25278-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Ecologia dos Animais Domésticos e Etologia
Pesquisador responsável:Daniel Nicodemo
Beneficiário:Beatriz de Jesus Rodrigues
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Dracena. Dracena , SP, Brasil
Assunto(s):Cultivos agrícolas   Polinização   Abobrinha   Apis mellifica   Cucurbita   Abelhas   Comportamento de forrageamento animal   Análise de variância   Teste de Tukey

Resumo

Certo nível de dependência por agentes polinizadores que favorecem a produção de sementes e frutos, é inerente a maioria das culturas agrícolas. Entretanto, alguns produtores rurais têm adotado métodos alternativos à polinização entomófila, que podem ser menos interessantes do ponto de vista econômico, social e ambiental. O objetivo do presente trabalho é verificar se a polinização dirigida com abelhas melíferas (Apis mellifera L.) de abobrinha (Cucurbita pepo L.) cultivada em estufa atende satisfatoriamente a demanda da cultura por polinizadores em comparação com o serviço tradicional de polinização manual. Em março e setembro de 2019, em Dracena, SP, sementes de abobrinha italiana serão semeadas em bandejas contendo substrato. As mudas estabelecidas serão transplantadas em duas estufas, em espaçamento de 1,3x0,5 m. Em uma das estufas, durante toda o período de floração, será utilizada uma colmeia com dois alvados, permitindo-se a visita das abelhas às flores da cultura entre 8 e 12h. No restante do dia, as abelhas terão acesso livre apenas para o lado de fora. A colmeia permanecerá na estufa por 14 dias e será substituída por outra que permanecerá por igual período de tempo e tal processo de substituição será realizado até o final da florada. Na outra estufa, sem abelhas, diariamente, será realizado o serviço de polinização manual. Será realizado um estudo da biologia floral da cultura, no que se refere a produção de flores por planta, duração do período de antese, produção de grãos de pólen por flor, viabilidade dos grãos de pólen e receptividade do estigma. Será verificado o comportamento de forrageamento das abelhas melíferas às flores de abobrinha, inclusive tempo e tipo de recurso floral coletado. Será quantificada a produção de frutos, no que diz respeito a frutificação e peso dos frutos, oriundos de flores polinizadas pelas abelhas ou manualmente. Será registrado o tempo despendido no serviço de polinização manual e no serviço de manejo das colmeias. Para as análises estatísticas, os dados obtidos serão submetidos a análise de variância e para as comparações múltiplas será utilizado o teste de Tukey, ao nível de significância de 5%.

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