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Efeito de flavanonas de citrus em células Min6 submetidas ao estresse oxidativo: abordagem proteômica

Processo: 18/26584-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Neuza Mariko Aymoto Hassimotto
Beneficiário:Sara Lima Anacleto
Supervisor no Exterior: Dragan Milenkovic
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of California, Davis (UC Davis), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:18/03965-0 - Flavanonas de Citrus- mecanismos de proteção de células beta-pancreáticas submetidas ao estresse oxidativo, BP.MS
Assunto(s):Compostos bioativos   Metabolismo   Estresse oxidativo   Citrus   Proteoma   Flavanonas

Resumo

O colesterol está entre os fatores que induzem o estresse oxidativo em células-² pancreáticas, gerando aumento de espécies reativas de oxigênio, acarretando em prejuízo na síntesse e secreção de insulina. Atualmente, a ingestão de compostos bioativos, como as flavanonas de citrus, que apresentam atividades antiinflamatórias e antioxidantes, poderiam reduzir o estresse oxidativo nas células ², melhorando sua função. Em nosso estudo atual, o colesterol promoveu o estresse oxidativo pelo aumento da peroxidação lipídica e peróxido de hidrogênio, diminuindo a viabilidade celular em dose e tempo dependente e prejudicando a secreção de insulina induzida por glicose em células-² pancreáticas (linhagem Min6). Estas alterações e disfunções apresentadas em células Min6, devido ao colesterol, pode indicar algumas alterações metabólicas, prejudicando e diminuindo a síntese de insulina. Entretanto, células-² pancreáticas submetdidas ao estresse oxidativo induzido por colesterol foram protegidas por metabólitos de flavanonas, principalmente pelo ácido 3-(4-hidroxifenil) propiônico (HPPA), e a hesperetina 7-O-glucuronídeo (Hsp7glc) em baixas concentrações (2 µM, 5 µM, and 10 µM), contra o estresse oxidativo, prejuízo na secreção de insulina e os efeitos danosos induzidos pelo colesterol, mitigando seu efeito, prevenindo o estresse oxidativo. Do ponto de vista fisiológico, ambos os HPPA e Hsp7glc são potencialmente promissores na proteção de células-² pancreáticas, uma vez que as concentrações plasmáticas são semelhantes às menores concentrações testadas em nossos ensaios. Considerando que o HPPA e a Hsp7glc são os compostos mais abundantes na circulação dentre a subclasse flavanonas e que eles possuem os melhores efeitos na atenuação do estresse oxidativo, restaurando a secreção de insulina, estes dois metabólitos são importantes para analisar possíveis mecanismos celulares de ação. Para elucidar diversas vias que o colesterol pode interferer em uma célula-² pancreática, como na ação enzimática do complexo I ou também na via Isl1-Pdx1, bem como em vias suprimidas ou super reguladas por metabólitos de flavanonas, uma abordagem proteômica é eficiente. A abordagem proteômica poderia verificar possíveis vias ou mecanismos de ação de metabólitos de flavanonas em uma célula ² tratada com colesterol, analizando alvos proteicos através de uma análise de secretoma e proteômica de célula. O objetivo deste projeto é caracterizar o perfil proteômico de células-² pancreáticas submetidas ao estresse oxidativo e identificar possíveis alvos de ação celular dos metabólitos de flavanonas. (AU)

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