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Investigação do papel molecular da parede celular, membrana plasmática e apoplasto vegetais na interação Sporisorium scitamineum x cana-de-açúcar: busca das vias alteradas por meio das -ômicas e integração de dados

Processo: 18/13054-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 21 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal
Pesquisador responsável:Claudia Barros Monteiro Vitorello
Beneficiário:Maria Juliana Calderan Rodrigues
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Carvão (doença de planta)   Saccharum   Parede celular   Interação planta-patógeno
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:carvão | interação planta x patógeno | membrana | Omicas | Parede celular | Saccharum spp | ômicas na agricultura

Resumo

O carvão é uma das doenças mais prejudiciais à cultura da cana-de-açúcar e de ampla ocorrência, sendo causado pelo fungo Sporisorium scitamineum, causando perdas de até 62%. Existem variedades de cana-de-açúcar resistentes, tolerantes e susceptíveis a este fungo. Após a infecção, tanto plantas como patógenos secretam proteínas que determinarão a progressão da doença. Patógenos secretam moléculas envolvidas com os processos de infecção e patogenicidade, enquanto que o hospedeiro vegetal secreta moléculas que desempenham papel fundamental na resistência. Apesar dos componentes moleculares secretados desempenharem papel preponderante, e dos avanços recentes na elucidação dos mecanismos da interação cana-de-açúcar x S. scitamineum, ainda não são conhecidas as diferenças moleculares relacionadas à membrana, parede e apoplasto. Este projeto tem como objetivo, portanto, gerar informações para o entendimento da biologia da interação entre cana-de-açúcar x S. scitamineum, detalhando as modificações da parede celular e relacionando-as com o mecanismo de defesa, contribuindo assim para a geração de variedades resistentes ao patógeno e novos marcadores da doença. Os resultados serão obtidos por meio das tecnologias ômicas: extração e análise das proteínas secretadas, análise de alguns transcritos específicos, mineração e integração dos dados já existentes e que ainda serão gerados. A identificação e a análise funcional das proteínas direcionadas à via secretória, além de uma análise integrativa, abrem novas possibilidades que vão contribuir tanto no entendimento do metabolismo vegetal como nas respostas intrínsecas de cada variedade e seu grau de resistência.

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