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Acurácia da diferença da glicose sanguínea e peritoneal para identificação da peritonite séptica em equinos

Processo: 18/16013-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 11 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Juliana de Moura Alonso
Beneficiário:Carolina Soares Esper
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Glicemia   Glicose   Peritonite   Cavalos

Resumo

O diagnóstico da peritonite séptica é realizado através dos sinais clínicos, exames laboratoriais e ultrassonográficos. Entretanto, frequentemente há dificuldade de diferenciação entre um quadro exclusivo inflamatório ou séptico. Este desafio torna-se mais árduo devido ao tempo necessário para obtenção do resultado do cultivo do líquido peritoneal e possibilidade de falsos negativos. É descrito em equinos, que diferenças e 50 mg/dL entre a glicose sanguínea e peritoneal são indicativas de peritonite séptica, entretanto não existem estudos que avaliem a acurácia desse teste para o diagnóstico da enfermidade. Neste sentido, o presente estudo objetiva avaliar a acurácia da diferença das concentrações da glicose sanguínea e peritoneal para identificação da peritonite séptica em equinos. Os animais suspeitos serão submetidos à coleta asséptica de sangue e líquido peritoneal. O sangue será destinado para avaliação da glicemia e o liquido peritoneal para contagem total de células nucleadas, exame microscópico direto, exame microbiológico e avaliação da concentração de glicose. Será calculada a diferença da glicose sanguínea e peritoneal, e os animais serão divididos em dois grupos: diferença e 50 mg/dl (teste positivo) e diferença < 50 mg/dl (teste negativo). Como padrão ouro para detecção da peritonite séptica será utilizado a contagem de células nucleadas e 10.000/µL, ou positividade do exame microbiológico, e/ou presença de bactérias no exame microscópico direto. Os parâmetros de acurácia analisados serão a sensibilidade e especificidade. Serão calculados ainda, a proporção de resultados falso-positivos e falso-negativos e valores preditivos, positivo e negativo. Caso haja baixa acurácia do teste utilizando-se a diferença de 50 mg/dL, será confeccionada a curva ROC onde serão avaliados outros pontos de corte a cada 5 mg/dL no intervalo de 20mg/dL a 50mg/dL e assim estipular-se-á o valor da diferença da glicose sanguínea e peritoneal que corresponde a melhor acurácia diagnóstica do teste.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ALONSO, JULIANA DE MOURA; ESPER, CAROLINA SOARES; FIGUEIREDO PANTOJA, JOSE CARLOS; ROSA, GUSTAVO DOS SANTOS; GIAMPIETRO, RODRIGO ROSA; DOS SANTOS, BRUNA; GUERRA, SIMONY TREVIZAN; RIBEIRO, MARCIO GARCIA; TAKAHIRA, REGINA KIOMI; WATANABE, MARCOS JUN; et al. Accuracy of differences in blood and peritoneal glucose to differentiate between septic and non-septic peritonitis in horses. Research in Veterinary Science, v. 132, p. 237-242, . (18/16013-8, 16/08712-8)

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