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A identificação gráfica das oficinas tipográficas paulistanas: 1900-1930

Processo: 18/03383-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Desenho Industrial - Programação Visual
Pesquisador responsável:Priscila Lena Farias
Beneficiário:Fabio Mariano Cruz Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Identidade visual   História do design

Resumo

As oficinas tipográficas foram importantes para a cidade de São Paulo, tendo sido responsáveis por grande parte da comunicação impressa que circulou na cidade durante a Primeira República. Existem estudos sobre a história do livro e da imprensa paulistanas, porém, ainda pouco se conhece ou se sabe sobre as oficinas tipográficas, em especial acerca de suas formas de identificação e os tipos de letras que utilizavam. A partir dessa lacuna, pode-se formular a seguinte indagação, adotada como questão central neste projeto de tese de doutorado: "que aspectos gráficos caracterizavam a identificação das oficinas tipográficas que atuaram em São Paulo durante as três primeiras décadas do século XX?" Pressupõe-se que cada oficina fosse responsável por sua própria identificação, concebendo ou aprovando a composição de seus nomes sobre diversos artefatos físicos, como anúncios, capas, folhas de rosto, notas de venda, etiquetas, rótulos, fachadas, jornais ou almanaques. Como resposta preliminar à questão enunciada, estabelece-se a hipótese de que as oficinas tipográficas, empresas cujo ofício estava relacionado à configuração da linguagem gráfica vulgarizada, repetiam tipos de letras nas composições de seus nomes, estabelecendo padrões de identidade gráfica comparáveis ao que se entende hoje como logotipo, marca gráfica ou identidade visual. Com o objetivo de verificar esta hipótese, a pesquisa proposta pretende identificar e descrever os aspectos visuais e verbais relevantes, que caracterizavam as diferentes formas de identificação gráfica dessas oficinas. O método de abordagem será apoiado na análise e síntese, a partir de metodologia hipotética dedutiva. A metodologia de procedimento se baseará em técnicas de investigação, como revisão bibliográfica, envolvendo a literatura relacionada à história da tipografia em São Paulo, e pesquisa documental, com seleção, catalogação e análise de artefatos físicos nos quais foram impressos os nomes das oficinas tipográficas, além de entrevistas com designers. Como resultado, prevê-se a confrontação das características gráficas das identificações das oficinas daquele período com o conceito atualmente vigente de identidade visual.

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