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Estratégia de liberação e comercialização do predador Orius insidiosus (Say) (Hemiptera: Anthocoridae)

Processo: 18/15620-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Eliane Grisoto
Beneficiário:Barbara Castelano Santos
CNAE: Atividades de apoio à agricultura
Vinculado ao auxílio:17/21550-0 - Estratégia de liberação e comercialização do predador Orius insidiosus (Say) (Hemiptera: Anthocoridae), AP.PIPE
Assunto(s):Flores   Hortaliças   Controle biológico   Tripes   Predação
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Controle Biológico | Flores | Hortaliças | predador | tripes | Controle Biológico

Resumo

Controle biológico é um método alternativo de controle de pragas que utiliza inimigos naturais e/ou entomopatógenos; tal método de controle vem se desenvolvendo de maneira vertiginosa no mundo moderno, por ser menos agressivo ao meio ambiente e ao homem, já que não apresenta os efeitos negativos dos agrotóxicos. No Brasil este método de controle é uma realidade, grandes áreas vêm sendo tratadas com agentes de controle biológico, porém dada as proporções da agricultura praticada no Brasil, tais áreas representam menos de 1% da área cultivada no país. Dentre os agentes de controle biológico utilizados no Brasil destacam-se os parasitoides (Trichogramma sp. e Cotesia flavipes), os entomopatógenos (Beauveria bassiana, Metarrhyzium anysoplae e Baculovírus), e os agentes predadores, dos quais, os mais utilizados pertencem ao subfilo Acari. Poucos ou praticamente nenhum inseto predador é utilizado em escala comercial no Brasil. A presente proposta abordará questões para a realização de uma eficiente criação e liberação de O. insidiosus para o controle de pragas, levando em consideração o substrato de oviposição que melhor atenda a demanda, questões relacionadas a diapausa, a liberação do predador propriamente dito, como o número de pontos de liberação em uma determinada área, a quantidade de predadores em cada um dos pontos de liberação, para se obter controle efetivo e também as melhores condições para o armazenamento e a comercialização do Orius insidiosus, um predador generalista já utilizado comercialmente em outros países.

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