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Fadiga muscular: análise isocinética e eletromiográfica dos movimentos de flexão e extensão de cotovelo de crianças e adolescentes típicos

Processo: 17/21442-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ana Cláudia Mattiello-Sverzut
Beneficiário:Camila Scarpino Barboza Franco
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Neuropediatria   Fadiga muscular   Articulação do cotovelo   Resistência à flexão   Capacidade funcional   Crianças   Adolescentes   Eletromiografia

Resumo

Fadiga muscular é um sintoma observado nas doenças crônicas que acometem crianças e adolescentes relacionada a fatores como idade, sexo, composição corporal e maturação sexual. Ela interfere nas tarefas cotidianas prejudicando a qualidade de vida e a capacidade funcional dos sujeitos. Porém, a metodologia utilizada para evocar fadiga em grupos musculares dos membros superiores de crianças e adolescentes é pouco explorada pela literatura científica. Objetivo: Identificar a ocorrência de fadiga durante os movimentos de flexão e extensão de cotovelo de crianças e adolescentes típicos em diferentes velocidades por meio da avaliação isocinética (Biodex Mult Joint System 4®) e eletromiográfica (Delsys Trigno®). Métodos: Participarão 30 sujeitos (8 a 16 anos) de ambos os sexos e diferentes níveis de maturação sexual. A avaliação será composta pela mensuração da massa corporal, estatura, composição corporal, nível de atividade física e nível de maturação sexual. Os participantes serão posicionados na cadeira do dinamômetro e eletrodos de superfície serão colocados nos músculos bíceps e tríceps braquial. A avaliação simultânea, isocinética e eletromiográfica, compreenderá a execução de movimentos concêntricos de flexão e extensão de cotovelo nas velocidades 120 e 180°s-1, selecionadas de forma randomizada, e com repetições ilimitadas até o participante atingir queda de 50% da força máxima, com repouso de 5 minutos entre as velocidades. Antes e após cada etapa da avaliação isocinética será aplicada a escala de Borg CR-10. Serão analisadas as variáveis isocinéticas: pico de torque e trabalho, e eletromiográficas: amplitude do sinal e frequência mediana.

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