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Avaliação da simbolização do brincar de irmãos de crianças com transtorno do espectro do autismo: um estudo de seguimento

Processo: 18/03306-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Acordo de Cooperação: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Rogerio Lerner
Beneficiário:Anna Victória Pandjarjian Mekhitarian Moraes
Instituição Sede: Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Transtorno autístico   Psicanálise   Comportamento de brincar   Relações familiares   Irmãos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:autismo | Brincar | Estudo de seguimento | Funcionamento Reflexivo Parental | Psicanálise | simbolização | Psicologia do Desenvolvimento Humano e Saúde

Resumo

As ocorrências que incidem sobre o bebê são de central importância para a construção da sua mente. Segundo alguns autores (Roussillon, 2008, Esteve et al., 2012 e Zornig, 2015), as bases do processo de simbolização são constituídas no interior do vínculo primário didático, de forma que fatores parentais e condições de cuidado na primeira infância podem facilitar ou dificultar os processos de simbolização. Tendo isso em vista, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar se há associação entre dificuldades expressas na primeira infância e rebaixamento da complexidade da simbolização da criança aos 5 anos (60 meses).Crianças com Alto Risco de problemas de desenvolvimento (GAR), por terem irmão com autismo, e crianças com Baixo Risco de problemas de desenvolvimento (GBR), previamente avaliadas entre 2 e 26 meses (com auxílio à pesquisa FAPESP nº 2013/25332-6 e diversas bolsas, dentre as quais a de pós-doc FAPESP nº 2013/03676-5), serão agora filmadas em interação lúdica com suas mães. Essas interações serão avaliadas às cegas e classificadas segundo as categorias de manifestação simbólica por meio do jogo propostas por Duhalde et al (2016). Espera-se que; 1. GBR apresente maior complexidade da simbolização do que o GAR; 2. em ambos os grupos a complexidade da simbolização da criança seja moderada pela função reflexiva materna.Os resultados serão submetidos a estudos estatísticos de associação, correlação, regressão logística e ranqueamento, consideradas as diversas variáveis em estudo. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ANNA VICTÓRIA PANDJARJIAN MEKHITARIAN MORAES; MARINA MARTINS BIALER; ROGÉRIO LERNER. CLÍNICA E PESQUISA DO AUTISMO: OLHAR ÉTICO PARA O SOFRIMENTO DA FAMÍLIA. Psicol. estud., v. 26, . (13/25332-6, 18/03306-7)

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