Busca avançada
Ano de início
Entree

Contribuição da via AMPK para a fibrose renal e patogênese da nefro e retinopatia diabéticas

Processo: 18/08203-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Jose Butori Lopes de Faria
Beneficiário:Marcella Neves Dátilo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/22687-0 - Contribuição da via AMPK para a fibrose renal e patogênese da nefro e retinopatia diabéticas, AP.TEM
Assunto(s):Diabetes mellitus   Nefropatias diabéticas   Insuficiência renal crônica   Fibrose

Resumo

A fibrose renal é o resultado de diferentes formas de agressão aos rins. Em fase avançada, manifesta-se por falência funcional dos rins. Pacientes acometidos por falência renal necessitam de tratamento dialítico ou transplante renal o que representa um enorme custo econômico e social. Estima-se que no Brasil existam aproximadamente 15 milhões de indivíduos com algum grau de doença renal e que próximo de 100 mil pessoas estão em terapia renal substitutiva. Apesar dos avanços na compreensão dos mecanismos envolvidos na progressão da doença renal para fibrose o seu tratamento e prevenção permanecem insuficientes, uma vez que o número de indivíduos com falência renal permanece em ascensão. A proteína quinase 5' adenosina monofosfato ativada por AMP (AMPK) é ubiquamente expressa, e desempenha importante papel na homeostase celular. Embora a participação da AMPK no mecanismo de fibrose renal foi sugerido por diferentes estudos, a real comprovação do seu papel na fibrose renal, os mecanismos envolvidos na nefropoteção mediados pela AMPK e a sua aplicabilidade aos diversos modelos de insuficiência renal permanecem por serem explorados. O objetivo do presente projeto é investigar a contribuição da via da AMPK na lesão renal e progressão para fibrose em diferentes modelos in vivo (diabetes mellitus, obstrução ureteral unilateral (UUO) e redução de massa renal) incluindo camundongos transgênicos para AMPK e in vitro (cultura de células renais: podócitos, mesangiais, tubulares e fibroblastos). Testaremos ainda a eficácia de fármacos na modulação da AMK e na prevenção e tratamento de diferentes nefropatias. A eficácia da ativação da AMPK será testada na presença do bloqueio do sistema renina angiotensina aldosterona, manobra comprovadamente eficaz na progressão da doença renal crônica. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)