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Estudo de atelocolágeno aniônico com extrato de casca de Roma

Processo: 18/04676-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Ana Maria de Guzzi Plepis
Beneficiário:Leonardo Lobão Folha
Instituição-sede: Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Medicina regenerativa   Materiais não metálicos   Regeneração tecidual   Tecidos suporte   Sistemas de liberação de medicamentos   Biomateriais   Colágeno   Romã (fruta)

Resumo

A medicina regenerativa tem envolvido a utilização de biomateriais na forma de scaffolds, que são estruturas de suporte temporário para crescimento celular e de tecidos. Estes scaffolds devem possuir características como biocompatibilidade, biodegradabilidade, atoxicidade, porosidade com poros interconectados, superfície para adesão celular, integridade mecânica e serem esterilizáveis. Para tanto, tem-se o colágeno, que é a principal proteína dos tecidos conectivos, e suas preparações podem formar redes tridimensionais porosas com grande capacidade de retenção de água, flexibilidade para o transporte de nutrientes e gás e controle da taxa metabólica para rápida regeneração tecidual. Suas propriedades físico-químicas proporcionam uma forte bio-funcionalidade para a proliferação e diferenciação celular. Neste trabalho será utilizado o colágeno aniônico obtido por hidrólise alcalina, o qual pode ser empregado no crescimento tecidual e em sistemas de liberação de fármacos, mas tem uma forte propensão a fibrilogênese em pH 7,4 devido à presença dos telopeptídeos na sua molécula. A remoção desses telopeptídeos por via enzimática fornecerá o atelocolágeno, cuja fibrilogênese é mais lenta, podendo gerar scaffolds que contenham micro ou nano-fibrilas de colágeno, resultando em um maior controle sobre a porosidade e interconectividade. Sua natureza frágil pode ser melhorada pelo uso de agentes de reticulação naturais como os polifenóis elagitaninos, galotaninos, antocianinas e catequinas existentes no extrato de casca de romã. Neste extrato têm sido observadas atividades antioxidante, antiviral, antibacteriana, cicatrização de lesões cutâneas, propriedades que podem ser interessantes para aplicações na medicina regenerativa.

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