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A experiência vivida do cuidador familiar da pessoa com Câncer avançado e os significados da espiritualidade

Processo: 17/26542-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Pesquisador responsável:Manoel Antônio dos Santos
Beneficiário:Andrea Carolina Benites
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/02134-0 - A experiência de pacientes com câncer avançado e cuidadores familiares: ampliando perspectivas de pesquisa e intervenções em psico-oncologia e cuidados paliativos entre Canadá e Brasil, BE.EP.DR
Assunto(s):Psico-oncologia   Fenomenologia (psicologia)   Espiritualidade   Cuidadores   Cuidados paliativos   Luto (estado emocional)   Neoplasias

Resumo

Cuidar de um paciente com uma doença terminal e acompanhar o desfecho inevitável da morte de quem se ama caracteriza-se como um processo complexo, desafiador e potencialmente estressante podendo impactar no processo de luto. Estudos tem evidenciado a importância da espiritualidade e da busca de sentido para a vida como componentes essenciais para pessoas que lidam com doenças graves. Porém, poucos estudos buscam investigar as vivências, as necessidades espirituais e preferências dos familiares frente à morte iminente do ente querido e após a perda. Considerando a necessidade de preencher essa lacuna da literatura, este estudo tem por objetivo compreender a experiência vivida do familiar que cuida do paciente com Câncer em situação de final de vida e os significados atribuídos a espiritualidade durante o processo de morrer no hospital e após a perda do ente querido. Trata-se de um estudo prospectivo e exploratório, de abordagem qualitativa, cujo delineamento se sustenta no referencial teórico-metodológico da Fenomenologia. Participarão do estudo 10 cuidadores familiares que estão acompanhando o paciente com Câncer em situação de final de vida e considerado fora de possibilidades de cura durante a internação hospitalar (etapa 1) e após vivenciar a perda (etapa 2). O principal instrumento a ser utilizado para a coleta de dados é a entrevista fenomenológica, caracterizada por ser aberta, exploratória e deflagrada por uma questão norteadora. A investigação será complementada por um questionário de dados sociodemográficos e registros da observação de campo. As entrevistas serão realizadas em local da conveniência de cada participante, em dois encontros: o primeiro, durante a hospitalização do paciente, e o segundo, de seis a 12 meses após sua morte. Espera-se fomentar reflexões sobre as possibilidades de aprimoramento de políticas públicas e da assistência aos familiares de pacientes com câncer no final da vida, contribuindo assim para oferecer suporte na transição do processo de morrer e na assistência ao luto considerando a inclusão da dimensão espiritual no cuidado, de modo a preencher uma importante lacuna identificada no cenário nacional. (AU)

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