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Tolerância de espécies arbóreas nativas de Mata Atlântica ao excesso de Zn e Ni no solo

Processo: 16/25642-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Marisa Domingos
Beneficiário:Solange Eulália Brandão
Instituição Sede: Instituto de Botânica. Secretaria do Meio Ambiente (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse oxidativo   Mata Atlântica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Contaminação de solo | Espécies arbóreas nativas | Estresse oxidativo | Mata Atlântica | Mecanismos de tolerância | Metais marcadores de poluição urbana | Ecofisiologia do estresse

Resumo

Os ecossistemas florestais vêm sendo afetados nas últimas décadas por uma diversidade de poluentes devido à expansão das atividades antrópicas. Os metais pesados adsorvidos ao material particulado estão entre os poluentes incorporados nos remanescentes de Floresta Atlântica em áreas urbanas. Estes podem ser retidos sobre as copas das árvores e incorporados no solo. O acúmulo destes elementos na vegetação pode levar ao aumento dos níveis celulares de espécies reativas de oxigênio e causar danos oxidativos, cuja intensidade dependerá da capacidade das espécies nativas produzirem defesas antioxidativas. Assim, assumimos que os metais contidos no material particulado urbano, ao atingirem o solo de um fragmento de Floresta Atlântica urbano, aumentam a fração biodisponível para a comunidade vegetal; as espécies pioneiras arbóreas desses fragmentos têm maior potencial de absorção de metais do solo e maior potencial de tolerância ao estresse oxidativo do que as não pioneiras. Essas hipóteses serão testadas experimentalmente utilizando Ni e Zn (marcadores de fontes urbanas de material particulado). Objetivaremos avaliar se haverá aumento da biodisponibilidade de Ni e/ou Zn no solo proveniente de um fragmento urbano de Mata Atlântica após a adição dos mesmos; avaliar a capacidade acumuladora de plantas jovens de espécies pioneiras e não pioneiras cultivadas nesse solo enriquecido de Ni e Zn; conhecer o nível de tolerância dessas espécies arbóreas cultivadas no solo enriquecido de Ni e Zn por meio da análise de alterações nas taxas de crescimento e produção de biomassa e no perfil de defesas antioxidantes e danos oxidativos; avaliar se os antioxidantes são potencialmente capazes de impedir ou restringir danos celulares. Este estudo foi dividido em duas etapas. A primeira foi proposta para testar a primeira hipótese, determinando a biodisponibilidade de Zn e Ni no solo para plantas de uma espécie pioneira e espécie não pioneira, estabelecendo tratamentos com e sem adição de um quelante sintético (+EDTA). A segunda etapa será realizada com tratamentos estabelecidos com base nos resultados obtidos na primeira, utilizando plantas de três espécies arbóreas pioneiras e três a espécies arbóreas não pioneiras, visando a testar a segunda hipótese.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
BRANDAO, SOLANGE E.; BARBOSA, GEANE M.; SIQUEIRA, MATHEUS C.; DE O. A. CAMPOS, RAFAELA; DALSIN, ANA C. F.; RINALDI, MIRIAN C. S.; DOMINGOS, MARISA. ickel and zinc absorption and growth of Atlantic Forest trees cultivated in polluted soi. PLANT AND SOIL, v. 471, n. 1-2, . (16/25642-3)

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