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Regime de metas de inflação na América Latina: o papel da taxa de câmbio

Processo: 17/23188-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economia Monetária e Fiscal
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Fernando Monteiro Rugitsky
Beneficiário:Lucas Antonio Moises Freddo
Instituição-sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/11611-3 - Esfera pública e reconstrução: sobre a constituição de um paradigma reconstrutivo no campo da Teoria Crítica, AP.TEM
Assunto(s):Taxa de câmbio   América Latina

Resumo

O Regime de Metas de Inflação se configurou como uma opção freqüente de política monetária em países emergentes. De acordo com Taylor (2001), se a política monetária não for baseada em metas cambiais, a única alternativa capaz de assegurar a estabilidade de preços no longo prazo é aquela cujas características são as seguintes: (i) metas de inflação; (ii) taxa de câmbio flexível; e (iii) regra monetária, o que ele chamou de trindade. No entanto, a taxa de câmbio continua sendo uma variável de importância para os países emergentes. Em particular, o repasse cambial é consideravelmente alto e, durante períodos de crise, caracterizados por fluxos de saída de capital, a taxa de câmbio geralmente sofre fortes depreciações, deixando as autoridades monetárias em alerta em relação aos seus movimentos. Nesse sentido, o objetivo traçado por esse projeto de pesquisa é o de estimar a função de reação de política monetária - incluindo a taxa de câmbio como um de seus argumentos - para os países latino-americanos onde a política monetária baseia-se em metas de inflação, a fim de verificar se as autoridades monetárias regulam a taxa de câmbio e se existe um comportamento assimétrico em relação ao seus movimentos, havendo tolerância com apreciação cambial, mas intolerância com depreciação cambial. A contribuição dessa pesquisa vem do fato de que os resultados serão capazes de melhorar a compreensão acerca dessa política monetária, com ênfase no papel desempenhado pela taxa de câmbio na América Latina. (AU)

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