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As estruturas cicloviárias reduzem o estresse em ciclistas urbanos? Um estudo multinacional

Processo: 17/26280-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 31 de março de 2018
Vigência (Término): 30 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Transportes - Planejamento de Transportes
Pesquisador responsável:Antonio Nelson Rodrigues da Silva
Beneficiário:Inaian Pignatti Teixeira
Supervisor: Tim Schwanen
Instituição Sede: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Oxford, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:17/04460-7 - Perspectivas e desafios para promoção de infraestrutura cicloviária, BP.PD
Assunto(s):Infraestrutura   Bicicletas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:bicicletas | Estratégias de Planejamento | Exposição ao ruído | Infraestrutura | nível de estresse | Planejamento Cicloviário

Resumo

As características das infraestruturas cicloviárias como, proximidade do tráfego motorizado, estacionamento na rua e as infraestruturas para bicicletas (ex: ciclovias e ciclofaixas), podem afetar a qualidade das viagens. As razões para o desconforto do ciclista estão associadas a situações de estresse, que geralmente estão relacionadas com problemas de segurança. Além disso, o estresse ao longo da rota pode ser gerado por vários motivos e pode revelar problemas de planejamento e/ou operacionalização dessas infraestruturas. Assim, o objetivo do presente estudo é investigar os efeitos da infraestrutura cicloviárias sobre a exposição ao ruído e o estresse em ciclistas brasileiros, ingleses e holandeses. Além disso, investigaremos se diferentes tipos de infraestrutura cicloviárias podem resultar em diferentes efeitos sobre o estresse e à exposição ao ruído. Serão estudadas infraestruturas com diferentes tipos de segregação com a faixa de rolagem para automóveis, em ruas com diferentes níveis hierárquicos e em diferentes países e contextos. A análise envolverá 98 sujeitos, que usarão uma smartband para coletar o estresse e um sensor de ruído móvel enquanto percorrem de bicicleta rotas predefinidas. Os participantes serão recrutados em sete cidades: São Paulo, São Carlos (Brasil); Londres, Oxford (Reino Unido) e Amsterdã, Houten, Groningen (Holanda). A definição da rota será baseada no tipo de infraestrutura cicloviárias (ex: vias segregadas da faixa de rolagem para automóveis ou não segregadas) e hierarquia de rua (ex: via arterial, coletora ou locais), estratificadas por cidade. Os seguintes dados serão coletados: níveis de estresse (com base na atividade de resposta eletrodermal), níveis de ruído, gravações de vídeo, GPS e dados de desempenho, e características sociodemográficas e atitudes/comportamentos frente ao uso da bicicleta. Após uma fase de familiarização, o experimento será dividido em quatro fases: repouso; teste; recuperação; e aplicação de questionário. Uma regressão hierárquica de Poisson entre a variável dependente (estresse) e as variáveis independentes será usada para análise de dados.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
TEIXEIRA, INAIAN PIGNATTI; RODRIGUES DA SILVA, ANTONIO NELSON; SCHWANEN, TIM; MANZATO, GUSTAVO GARCIA; DORRZAPF, LINDA; ZEILE, PETER; DEKONINCK, LUC; BOTTELDOOREN, DICK. Does cycling infrastructure reduce stress biomarkers in commuting cyclists? A comparison of five European cities. JOURNAL OF TRANSPORT GEOGRAPHY, v. 88, p. 16-pg., . (15/50129-5, 17/04460-7, 17/26280-0)

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