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Análise anátomo-funcional dos circuitos envolvidos na agressão e defesa social em roedores

Processo: 17/09753-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Newton Sabino Canteras
Beneficiário:Miguel José Rangel Junior
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/05432-9 - Bases neurais do medo e agressão, AP.TEM
Assunto(s):Hipotálamo   Tonsila do cerebelo   Comportamento social   Sistema nervoso   Agressão   Modelos animais

Resumo

Em roedores, tem sido mostrado um papel importante de áreas subcorticais na regulação e execução de comportamentos sociais e reprodutivos. O paradigma residente-intruso tem sido estudado pelo nosso grupo de pesquisa para mapear tais áreas utilizando principalmente a expressão da proteína Fos. A partir desses estudos, foi delineado um circuito que envolve núcleos da amígdala, hipotálamo e tronco encefálico e que regulam e executam os comportamentos agressivos e defensivos em roedores machos. Interessantemente, o circuito é congruente tanto para a agressão quanto para defesa e não se sabe ao certo se existe populações distintas para um ou outro comportamento. Para verificar isso, será feita um mapeamento usando uma dupla com imunofluorescência para proteína Fos e hibridização in situ para o mRNA do gene c-fos e identificar quais neurônios são específicos para cada comportamento. Feita tal verificação, será utilizado o método CANE para manipular funcionalmente e estudar conexões dos neurônios de tal circuito que são ativados na agressão ou na derrota social. Esse método se baseia na utilização de camundongos transgênicos e vírus Cre dependentes. Serão feitos estudos de inativação farmacogenética que serão seguidos por estudos de rastreamento de vias neurais com vírus da sinaptobrevina B, a fim de se estudar as projeções diferenciais das populações de neurônios ativos na defesa ou na agressão social. Estas novas estratégias e metodologias serão muito úteis para a identificação e manipulação de grupos neurais dentro da mesma região cerebral, envolvidos em distintas respostas comportamentais.

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