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O insólito e a crítica social nos textos ficcionais de Prosas bárbaras, de Eça de Queirós

Processo: 16/25008-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2017
Vigência (Término): 25 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Outras Literaturas Vernáculas
Pesquisador responsável:Luciene Marie Pavanelo
Beneficiário:Jean Carlos Carniel
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/12254-0 - Prosas Bárbaras: revelando o primeiro Eça, BE.EP.MS
Assunto(s):Literatura portuguesa   Prosa   Crítica literária   Sociologia crítica   Século XIX

Resumo

A crítica tende a dividir a obra de Eça de Queirós em três fases. As duas últimas fases, que correspondem à produção realista - que engloba obras como O Crime do Padre Amaro (1875) e O Primo Basílio (1878) - e à chamada produção do "último Eça" - que abarca obras como A Ilustre Casa de Ramires (1900) e A Cidade e as Serras (1901) -, têm recebido a atenção dos estudiosos, que contribuíram para a construção de uma imagem do autor, que acabou se cristalizando. Já a primeira fase se refere aos escritos publicados em jornais, durante os anos de 1866 e 1867, e que depois foram compilados, postumamente, sob o título de Prosas Bárbaras (1903), além do romance O Mistério da Estrada de Sintra (1870), publicado em parceria com Ramalho Ortigão. Essa primeira fase de Eça é pouco explorada pelos manuais de literatura, pois é vista pela crítica como um período de imaturidade e experiência literárias, que se distanciaria do seu aclamado realismo por se aproximar da estética fantástica ou, mais precisamente, do insólito. É nosso objetivo nesta pesquisa estudar como Eça se apropria do modelo fantástico nos contos de Prosas Bárbaras para discorrer sobre temas como, por exemplo, a crítica social, a arte, a loucura, a relação do homem com a natureza e o Diabo. Trabalharemos com a hipótese de que, apesar de Eça ser um autor reconhecido como o grande representante do realismo em Portugal, há, na obra do autor de Os Maias, um diálogo importante com o fantástico e o insólito, que ainda precisa ser investigado, principalmente nas suas primeiras produções. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
CARNIEL, Jean Carlos. O insólito e a crítica social nos textos ficcionais de prosas bárbaras, de Eça de Queirós. 2019. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas. São José do Rio Preto São José do Rio Preto.

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