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Investigação das moléculas envolvidas na permeabilização das membranas e na regulação do processo de egresso de Plasmodium falciparum da hemácia infectada

Processo: 17/15511-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2017
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Mauro Ferreira de Azevedo
Beneficiário:Hamille Rocha Melo
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/19316-3 - Mecanismos de egresso em P. falciparum: identificação de novos alvos terapêuticos, AP.JP
Assunto(s):Plasmodium   Malária   Eritrócitos   Permeabilidade da membrana celular   Quimioterapia   Ciclo de vida

Resumo

Uma etapa essencial ao ciclo de vida dos parasitas que causam a malária e a saída da hemácia infectada ou egresso. Este processo e precedido por uma permeabilização progressiva das membranas do vacúolo parasitóforo e da hemácia infectada e depende da ação de quinases, fosfatases, proteases, perforina(s), além de moléculas ainda não identificadas, sendo regulado por vias de sinalização do parasita e da célula hospedeira. Muitos estudos prévios apresentam limitações na sincronização dos parasitas e na quantificação da permeabilização das membranas, dificultando a identificação precisa da ordem em que os eventos ocorrem, bem como das moléculas envolvidas. De forma a contornar essas dificuldades, neste projeto serão utilizadas linhagens transgênicas de Plasmodium falciparum que são nocaute condicional para as quinases PKG ou CDPK5, essenciais ao egresso. Estas linhagens também expressam o reporter luminescente nano-luciferase (Nluc) de forma solúvel no vacúolo parasitóforo (PV) ou no citosol da hemácia infectada (RBC). Esta estratégia permitira sincronizar os parasitas no momento que precede a ativação de PKG ou CDPK5, de forma que a permeabilização das membranas do vacúolo parasitóforo (PVM) e da célula hospedeira (RBCM) seja quantificada ate o rompimento dos esquizontes e o egresso dos merozoitas. De modo similar, o efeito de inibidores enzimáticos, agonistas e antagonistas sobre o egresso será avaliado. Esses resultados poderão aprofundar nosso conhecimento sobre os processos celulares que levam ao egresso e contribuir para a validação de inibidores específicos, que eventualmente se tornem quimioterápicos. (AU)

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