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Comportamento dos Consumidores de Cigarro: Impactos das Leis Antifumo no Brasil

Processo: 17/11879-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Métodos Quantitativos em Economia
Pesquisador responsável:Paula Carvalho Pereda
Beneficiário:Camila Steffens
Supervisor no Exterior: Thomas Siedler
Instituição-sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Universität Hamburg (UHH), Alemanha  
Vinculado à bolsa:16/18683-5 - Comportamento da demanda de cigarro: impactos da política antifumo no Brasil, BP.MS
Assunto(s):Economia da saúde   Hábito de fumar   Avaliação de impacto

Resumo

O tabagismo é considerado um problema de saúde pública e econômico, visto que consiste em fator de risco de diversas doenças crônicas, gera custos para o sistema de saúde e reduz a produtividade dos trabalhadores. Dessa forma, diversas medidas têm sido adotadas globalmente para controlar o uso do tabaco e seus efeitos adversos. Entre essas medidas, consta a criação de áreas coletivas totalmente livres de tabaco. No Brasil, legislações locais foram adotadas em determinadas unidades federativas e capitais a partir de 2008. No plano nacional, uma lei restritiva foi adotada a partir de dezembro de 2014. Utilizando-se da variação regional das leis locais, o estudo terá como objetivo avaliar o impacto da política de criação de ambientes totalmente livres de fumo no consumo e na prevalência do uso de cigarro entre diferentes grupos de idade e também na incidência de internações por doenças relacionadas ao tabagismo. O estudo ainda pretende verificar impactos heterogêneos ao longo do tempo e efeitos de dosagem do tratamento de acordo com os níveis de aplicação das leis. Os microdados da pesquisa provêm da Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab) de 2008, da Pesquisa Nacional da Saúde (PNS) de 2013, da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2009 e de 2012 e do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIHSUS) de 1996 a 2014. O método utilizado será diferenças-em-diferenças.

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