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Avaliação de estimulação de alta frequência na resposta astrocitária in vitro

Processo: 17/14020-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 30 de agosto de 2017
Vigência (Término): 27 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Rosana de Lima Pagano
Beneficiário:Ana Carolina Pinheiro Campos
Supervisor no Exterior: Kathy K Griendling
Instituição-sede: Hospital Sírio-Libanês. Sociedade Beneficente de Senhoras (SBSHSL). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Emory University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/07168-2 - Estimulação cerebral profunda e Doença de Parkinson: controle da neuroinflamação como alvo terapêutico, BP.MS
Assunto(s):Neurofisiologia   Citocinas   Estresse oxidativo   Neuroinflamação

Resumo

Apesar do uso recorrente, os mecanismos da estimulação de alta frequência (EAF), como utilizado na estimulação cerebral profunda (ECP), mantêm-se desconhecido. Foi demonstrado que a EAF modula diretamente a ativação astrocitária, o que contribui para os efeitos benéficos da EAF. Neste contexto, os astrócitos podem ser considerados os principais responsáveis em promover o amplo aspecto dos efeitos terapêuticos da estimulação. Os astrócitos podem se apresentar com fenótipo neurotóxico ou neurprotetor dependendo da injuria e do microambiente imunológico ou inflamatório.Esses fenótipos são definidos pelo estado de polarização dessas células. Enquanto o subtipo A1 pode ser pro-inflamatório, o subtipo A2 tem sido demonstrado como anti-inflamatório e neuroprotetor. Dado a importância de entender os mecanismos de ação da EAF para melhorar a eficácia terapêutica, assim como o papel relevante dos astrócitos nesta resposta, nós decidimos levantar o seguinte questionamento: A EAF é capaz de alterar o fenótipo astrocitário de neurotoxico e pro-inflamatório (subtipo A1) para um fenótipo anti-inflamatório e neuroprotetor (subtipo A2)? Para testas essa hipótese, iremos avaliar a capacidade da EAF em alterar o fenômeno de polarização de astrócitos in vitro. Primeiramente, os astrócitos serão ativados por TNF-± e então estimulados com EAF a 130 Hz por 1 min. A expressão de mRNA de citocinas, fatores neurotróficos, componente do complemento C3, e a imunofluorescência para GFAP serão avaliados em diferentes tempos após a estimulação. Os resultados destes experimentos irão gerar conhecimento sobre o efeito potencial da EAF no fenótipo astrocitário e podem nos ajudar a descobrir novos alvos para drogas anti-inflamatórias.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
PINHEIRO CAMPOS, ANA CAROLINA; KIKUCHI, DANIEL SEICHO; NARDINI PASCHOA, AMANDA FAURE; KUROKI, MAYRA AKEMI; FONOFF, ERICH TALAMONI; HAMANI, CLEMENT; PAGANO, ROSANA LIMA; HERNANDES, MARINA SORRENTINO. Unraveling the Role of Astrocytes in Subthalamic Nucleus Deep Brain Stimulation in a Parkinson's Disease Rat Model. Cellular and Molecular Neurobiology, v. 40, n. 6, p. 939-954, . (16/07168-2, 17/14020-4)
KIKUCHI, DANIEL S.; CAMPOS, ANA CAROLINA P.; QU, HONGYAN; FORRESTER, STEVEN J.; PAGANO, ROSANA L.; LASSEGUE, BERNARD; SADIKOT, RUXANA T.; GRIENDLING, KATHY K.; HERNANDES, MARINA S.. Poldip2 mediates blood-brain barrier disruption in a model of sepsis-associated encephalopathy. JOURNAL OF NEUROINFLAMMATION, v. 16, n. 1, . (17/14020-4)

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