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Interação mãe-bebê aos três e aos nove meses: influências da saúde emocional materna e da prematuridade do bebê

Processo: 17/08368-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Pesquisador responsável:Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues
Beneficiário:Luana Monteiro de Barros Do Nascimento
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Ansiedade   Estresse psicológico   Relações mãe-filho   Recém-nascido prematuro   Desenvolvimento infantil   Saúde materno-infantil

Resumo

Ações relacionadas à maternidade sofrem influência de inúmeros fatores e, entre eles, a saúde emocional materna e o nascimento prematuro, que podem interferir na qualidade da interação mãe bebê e, consequentemente, no desfecho do seu desenvolvimento. No presente projeto pretende-se analisar a influência da ansiedade e estresse maternos sobre a interação mãe-bebê. Participarão deste estudo 20 mães e seus bebês, sendo 10 bebês nascidos a termo e 10 nascidos prematuros, que frequentam o programa de acompanhamento do desenvolvimento de bebês no primeiro ano de vida. Para avaliação da saúde emocional materna serão utilizados o Índice de Stress Parental-Forma Curta (ISP-FC) e o Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE). Aos três e aos nove meses a interação mãe-bebê será filmada e, posteriormente, analisada utilizando protocolos específicos para codificar os comportamentos interativos da mãe e do bebê. As mães e seus bebês prematuros comporão o Grupo de Prematuros (GP) e as mães de bebês a termo e sem história prévia de internação comporão o Grupo à Termo (GT). Os dados sobre saúde emocional serão coletados com as mães. Análises estatísticas descritivas, comparativas, correlacionais e inferenciais serão feitas. Os resultados obtidos podem indicar variáveis maternas ou do bebê que necessitam de ações protetivas para modificar e reduzir o impacto negativo delas sobre a interação mãe-bebê e, consequentemente, sobre o seu desenvolvimento. (AU)

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