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Comparação da detomidina ou xilazina associada à cetamina na contenção química de capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris)

Processo: 17/03566-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Silvia Renata Gaido Cortopassi
Beneficiário:Caroline Topan da Silva
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Capivaras   Xilazina   Anestesiologia veterinária
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Capivaras | Cetamina | contenção química | detomidina | xilazina | Anestesiologia

Resumo

A capivara é o maior roedor do mundo sendo encontrada em toda América do Sul até o leste dos Andes. As capivaras têm alta capacidade reprodutiva e são encontradas em grande número no estado de São Paulo, inclusive na capital, dentro de parques urbanos. Devido ao estreitamento do contato destes animais com humanos, aumentou-se também a vigilância das zoonoses, uma vez que esse animal é portador de diversas enfermidades e existe a suspeita de estarem relacionadas à re-emergência da febre maculosa. O manejo de capivaras de vida livre é geralmente realizado a campo e tem como principal objetivo a vigilância em saúde pública. Para que isso seja possível e o procedimento seja realizado com segurança para a equipe e para os animais, as capivaras devem ser efetivamente capturadas e imobilizadas. Não existe um agente ideal que faça a imobilização química durante o tempo estritamente necessário para os procedimentos e que tenha uma recuperação rápida e livre de efeitos deletérios. Portanto, utilizam-se associações de agente anestésicos para atingir esse objetivo e diminuir as complicações. Os agentes anestésicos utilizados devem promover um relaxamento muscular satisfatório, permitindo a manipulação do animal e causar depressão cardiorrespiratória mínima, principalmente por ser um procedimento a campo e com estrutura limitada. Além disso, o protocolo deve viabilizar uma recuperação anestésica breve, para que o animal volte à natureza em segurança. O presente trabalho objetiva avaliar dois protocolos de imobilização química em capivaras de vida livre quanto aos efeitos fisiológicos e qualidade de recuperação. Farão parte do projeto aproximadamente 30 capivaras provenientes de parques urbanos da cidade de São Paulo, capturadas e imobilizadas pelo Departamento de Fauna da Prefeitura de São Paulo para monitoração e vigilância epidemiológica. Os animais passarão por procedimentos minimamente invasivos e serão imobilizados por um curto período antes de retornar à vida livre. (AU)

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