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Perfil mutacional do câncer de esôfago associado ou não ao megaesôfago chagásico em pacientes brasileiros.

Processo: 17/05788-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Adhemar Longatto Filho
Beneficiário:Fernanda Franco Munari
Supervisor no Exterior: Pedro Gabriel Dias Ferreira
Instituição-sede: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos , SP, Brasil
Local de pesquisa: Universidade do Porto (UP), Portugal  
Vinculado à bolsa:15/20077-3 - Detecção de DNA de HPV de alto risco e análises do status mutacional dos genes KRAS e PIK3CA e do painel de citocinas inflamatórias em pacientes com câncer de esôfago e megaesôfago chagásico com e sem câncer, BP.MS
Assunto(s):Biomarcadores   Neoplasias esofágicas

Resumo

O câncer de esôfago (CE) é considerado o oitavo tipo de câncer mais comum e a sexta causa de morte no mundo, sendo que 80% dos casos ocorrem em países em desenvolvimento como o Brasil. Dentre os fatores de risco para desenvolvimento do carcinoma de células escamosas do esôfago destacam-se o tabagismo, etilismo, o megaesôfago chagásico (MEC). O MEC consiste em não abertura harmônica do esfíncter superior do esôfago que provoca o aumento de diâmetro do órgão devido à propulsão esofágica ineficiente e estase alimentar que favorecem o desenvolvimento do CE. Contudo, mutações nos genes KRAS e PIK3Ca entre outros genes são muito importantes para o desenvolvimento e manutenção do tumor, sendo assim faz-se importante a pesquisa para descoberta de biomarcadores que possam ajudar no desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais eficazes para o prognóstico e até mesmo o manejo de pacientes. A partir disso, o presente estudo visa analisar bioinformaticamente a frequência e o perfil de mutações através de metodologias de next-generation sequencing em indivíduos brasileiros com CE associado ou não com o MEC, além de comparar com os dados mundiais do perfil mutacional do câncer de esôfago disponíveis no The Cancer Genome Atlas (TCGA). Para tal, o sequenciamento do exoma, ou um painel de 150 oncogenes e genes supressores tumorais foi realizado através da plataforma plataforma Illumina HiSeq 2500" System. Na presente proposta, uma análise bioinformática aprofundado dos casos será realizada no I3S no Porto em Portugal. Além das análises bioinformática e associação dos resultados do sequenciamento com os dados clinicopatológicos dos pacientes, iremos também comparar os nossos achados com os dados recentes do TCGA para o CE. Com este estudo pretendemos, contribuir para possíveis tratamentos direcionados e melhorar no prognóstico dos pacientes através de identificação de biomarcadores tumorais.

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