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Efeito de protocolos de termociclagem na resistência de união de um compósito restaurador

Processo: 16/19288-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Rubens Nisie Tango
Beneficiário:Isabela Macêdo de Barros
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Resistência à tração   Resistência de união (odontologia)   Resistência à fratura   Restauração dentária   Microtração   Ciclagem térmica (odontologia)
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Envelhecimento | Resistência de Tração | Resistência de união | Termociclagem | Materiais Odontológicos

Resumo

O objetivo do trabalho será o de avaliar o efeito do envelhecimento térmico na interface adesiva entre dentina humana e um material restaurador indireto (compósito cerâmico-resinoso), pelo teste de microtração. Para tanto 10 dentes humanos serão preparados para receber a cimentação de blocos deste material restaurador indireto. As superfícies em esmalte e dentina serão tratadas com dois sistemas adesivos (convencional e autocondicionante). O material restaurador indireto receberá tratamento específico, recomendado pelo fabricante (condicionamento ácido + silanização). O cimento resinoso será aplicado sobre a estrutura dentária e para padronização da espessura de cimento, carga de 500g será aplicada sobre o conjunto durante 120 segundos, período no qual também se realiza a remoção dos excessos e a fotoativação. O conjunto ficará imerso em água destilada a temperatura de 37º C, por 24 horas, quando será levado à máquina de corte ISOMET, para a obtenção dos corpos-de-prova (cp) em formato de palitos. Os cp serão separados aleatoriamente em diferentes grupos, de acordo com a temperatura da termocicladora (T1, T2, T3) em líquido - água (L1). Como controles, que não passarão pela termociclagem, serão considerados os grupos imersos em água (L1) e em óleo mineral (L2). Os cp serão levados a ciclagem térmica (6.000 ciclos) e submetidos ao ensaio de microtração. Os dados de resistência à fratura (MPa) serão submetidos a análise estatística e as fraturas serão analisadas e classificadas, em estéreo microscópio, entre adesivas, coesivas e mistas. (AU)

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