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Efetividade da biorremediação de lodo de esgoto bioestimulado, avaliada pelo ensaio de Allium cepa

Processo: 16/19604-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Dânia Elisa Christofoletti Mazzeo Morales
Beneficiário:Mileni Norberto de Souza
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Bagaço de cana-de-açúcar   Ecotoxicologia   Toxicidade   Biorremediação   Lodo de esgoto   Tratamento de resíduos sólidos

Resumo

O Lodo de Esgoto (LE) é um resíduo gerado durante o processo de tratamento de esgoto. Frente a sua crescente produção, na ordem de toneladas, a sua destinação passou a ser um dos principais problemas ambientais nos dias atuais. Como o LE é um composto rico em matéria orgânica e nutrientes, alguns autores propõem que o mesmo seja utilizado como aditivo agrícola, possibilitando a redução de custos com a sua deposição em aterros, a reciclagem de nutrientes e a substituição de fertilizantes sintéticos. No entanto, podem estar presentes no LE algumas substâncias tóxicas e microrganismos patogênicos, o que inviabilizaria sua utilização na agricultura. Desse modo, novas tecnologias que promovam a descontaminação do LE e permitam seu uso agrícola, de uma forma ambientalmente sustentável, vem sendo requeridas. Entre essas tecnologias, destaca-se o processo de biorremediação que se utiliza de microrganismos autóctones para promover a mineralização dos contaminantes. O objetivo desse projeto é apresentar uma possível solução para a reutilização desse resíduo como aditivo em solos agrícolas. Para isso, está sendo proposta a detoxificação de amostras de LE aeróbio, proveniente de estação de tratamento de esgoto doméstico, pelo processo de biorremediação, utilizando resíduos da agroindústria (bagaço de cana-de-açúcar) e doméstico (borra de café) como agentes bioestimulantes. A avaliação da efetividade desse processo será feita a partir da realização de bioensaios com o organismo teste Allium cepa, com a finalidade de caracterizar o potencial ecotoxicogenético do LE, avaliando os efeitos tóxicos, citotóxicos, genotóxicos e mutagênicos ao longo de 0, 2, 4 e 6 meses do processo de bioestimulação. (AU)

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