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Ações preventivas na atenção básica de saúde: um estudo em levantamento no município de São Carlos, SP

Processo: 16/19844-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Grace Angélica de Oliveira Gomes
Beneficiário:Lorena Jorge Lorenzi
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Prevenção de doenças   Atenção primária à saúde   Qualidade de vida   Promoção da saúde   Políticas públicas de saúde   São Carlos (SP)

Resumo

Políticas públicas de saúde têm recomendado a inclusão de ações preventivas na Atenção Básica no intuito de prevenir e controlar doenças ou acometimentos que possam prejudicar a saúde da população. A aplicação dessas ações depende de uma série de fatores estruturais e de recursos humanos nas unidades de saúde, que podem determinar a existência ou não dessas ações preventivas. Conhecer sua existência e suas características pode colaborar para futuramente compreender o impacto na melhoria da saúde da população, bem como nos possíveis custos de saúde. Esse estudo tem como objetivo identificar a existência de ações preventivas na Atenção Básica de Saúde do município de São Carlos, bem como suas características de funcionamento. Trata-se de um estudo de levantamento, de caráter transversal e descritivo desenvolvido nas 14 Unidades Básicas de Saúde e nas 15 Unidades de Saúde da Família no município de São Carlos, SP, nos últimos cinco anos. O instrumento utilizado será uma ficha de registro com dados das intervenções existentes. Serão registrados em uma planilha no Excel os dados coletados a partir do que foi preenchido na ficha de registro das ações preventivas. Espera-se como resultados do estudo que existam, aproximadamente, de uma a duas ações preventivas em cada unidade de saúde da Atenção Básica, em sua maioria com público alvo de mulheres acima de 40 anos, utilizando-se materiais alternativos ou com pouco de recursos, frequência semanal de duas vezes, em horários distantes do horário de almoço, com recursos limitados ou não adequadamente qualificados, e com pouco controle de frequência dos participantes. (AU)

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