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Exercício físico e biomarcadores de fragilidade cognitiva

Processo: 16/19667-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2017
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Márcia Regina Cominetti
Beneficiário:Carla Manuela Crispim Nascimento
Supervisor no Exterior: Jose Viña Ribes
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Local de pesquisa: Universitat de València, Espanha  
Vinculado à bolsa:14/21066-2 - Expressão gênica de citocinas inflamatórias e de microRNAs candidatos a biomarcadores de fragilidade em idosos em contexto de vulnerabilidade social., BP.PD
Assunto(s):Biologia molecular   Exercício físico   Estresse oxidativo   Inflamação

Resumo

Os mecanismos pelos quais os exercícios físicos contribuem na redução da fragilidade física e melhora da função cognitiva vêm tornando-se um campo de interesse crescente. As principais características do fenótipo de fragilidade estão relacionadas com a função física, no entanto o fator cognitivo parece contribuir para esta síndrome multidimensional. Assim, para descrever a presença simultânea de ambos, fragilidade física e deficiência cognitiva, em indivíduos idosos, o conceito de "Fragilidade cognitiva" vem sendo estabelecido. O acúmulo de danos oxidativos e inflamação crônica de baixo grau são comuns durante o envelhecimento e parecem ser uma ponte entre fragilidade e processo neurodegenerativo. Exercícios físicos regulares podem ajudar a reduzir e até mesmo reverter a fragilidade física, com potenciais reflexos positivos estabelecidos anteriormente para melhora das funções cognitivas. Além disso, demonstrou-se que as vias oxidativas e inflamatórias estão envolvidas neste processo. O principal objetivo desta pesquisa é analisar os efeitos da duração de 12 semanas de um programa de exercício físico nos marcadores pró-inflamatórios periféricos e sistemas antioxidantes em idosos com fragilidade cognitiva. A função cognitiva será avaliada por um teste específico, (Montreal Cognitive Assessment - MoCA) antes e após o período de intervenção. Os participantes serão atribuindo a grupos treinado (GT) e controle (GC). O GT deverá participar de um programa de treinamento físico por um período de 12 semanas. Os resultados devem mostrar uma contribuição benéfica da prática de exercícios sobre mecanismos antioxidantes e redução do estado pró-inflamatório. Estes marcadores serão associados aos indicadores cognitivos. Esperamos que o exercício físico possa tornar-se parte de uma estratégia de baixo-custo, viável e não farmacológica de saúde para a prevenção e para o tratamento de fragilidade física e cognitiva. (AU)

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