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A função social da escola: o foco na melhoria da convivência.

Processo: 16/13376-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Telma Pileggi Vinha
Beneficiário:Flávia Maria de Campos Vivaldi
Instituição-sede: Faculdade de Educação (FE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Educação   Autonomia

Resumo

Parte de uma pesquisa maior, este estudo que segue um modelo quase-experimental e está em andamento, tem como objetivo elaborar, desenvolver e avaliar um programa de intervenção em escolas de ensino fundamental que visa a redução da violência e a melhoria da convivência escolar em duas escolas municipais de ensino fundamental do interior paulista. Os critérios para a escolha das instituições participantes foram: possuir séries finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano); funcionar em apenas dois períodos; possuir equipe gestora; ter baixa rotatividade das equipes docente e gestora; ter horário de trabalho coletivo com todos; não representar extremos; não ter nem menos de 500, nem mais que 800 alunos; e aderir voluntariamente ao projeto. Após a apresentação do projeto para gestores de uma rede municipal de educação de uma cidade do interior paulista, foram selecionadas duas instituições que atendiam a esses critérios, sendo a presente pesquisa referente ao projeto desenvolvido em uma das escolas. No início do ano de 2015 teve início a implantação da intervenção. Esse programa, com duração de 24 meses, consiste em um diagnóstico (pré-teste), intervenção e avaliação (pós-teste). O diagnóstico foi realizado por meio da avaliação do clima escolar pelos alunos, professores e gestores, além da observação do cotidiano da escola e de conversa com os atores da comunidade educativa. A intervenção foi constituída pela inserção de uma disciplina, de 90 minutos semanais na grade horária dos alunos para que a convivência e a moral sejam discutidas; pela implantação de procedimentos para mediação de conflitos; por propostas de protagonismo juvenil; pela formação semanal para os profissionais da escola; pela formação quinzenal direcionada apenas aos gestores e professores de referência (que são os responsáveis pela nova disciplina) e pelo acompanhamento dos principais procedimentos implantados. Com essas ações pretende-se favorecer a construção um ambiente cooperativo nas escolas, incluir valores sociomorais no currículo e criar espaços sistematizados para a resolução de conflitos e para a reflexão de valores, sentimentos e atitudes pelos alunos e educadores. Está prevista para o mês de novembro de 2016, nova aplicação dos questionários para avaliar o clima escolar pelos alunos, professores e gestores (pós-teste) o que possibilitará uma análise comparativa dos resultados coletados antes e depois da implantação do programa.

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