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Avaliação tomográfica de fraturas orbitárias unilaterais tratadas por meio de malhas de titânio e validação da fisiopatologia do trauma orbitário por meio de elementos finitos

Processo: 16/01445-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Valfrido Antonio Pereira Filho
Beneficiário:Lucas Borin Moura
Supervisor no Exterior: Phillip Christian Jurgens
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Basel, Suíça  
Vinculado à bolsa:15/04521-0 - Avaliação tomográfica de fraturas orbitárias unilaterais tratadas por meio de malhas de titânio e validação da fisiopatologia do trauma orbitário por meio de elementos finitos, BP.DD
Assunto(s):Fraturas orbitárias   Cirurgia bucomaxilofacial   Defeitos ósseos   Órbita   Projeto auxiliado por computador   Método dos elementos finitos

Resumo

As fraturas orbitárias apresentam alta prevalência na população, estando presentes em mais de 40% das fraturas de terço médio facial, o seu tratamento representa um desafio no cotidiano do Cirurgião Buco-Maxilo-Facial devido à dificuldade de reestabelecimento anatômico da região. Estas fraturas podem ocorrer de forma isolada ou associadas à outras fraturas faciais, resultando em defeitos ósseos que variam em localização, tamanho e severidade. Estes defeitos, geram alterações no volume do continente orbitário e consequentes sintomas clínicos, principalmente: enoftalmia e diplopia. Logo, para o tratamento destas lesões se faz necessária a reconstrução da forma e do volume orbitário, sendo a utilização de malhas de titânio um dos métodos mais empregados atualmente. Para avaliação radiológica da cavidade orbitária, o exame de excelência é a tomografia computadorizada, a qual permite a avaliação dos planos axiais, sagitais e coronais, volume orbitário, formato da órbita, localização e extensão dos defeitos. Ainda, é o exame de escolha para a determinação do plano de tratamento. Este trabalho tem por objetivo realizar uma avaliação tomográfica, volumétrica e posição do globo ocular, de 60 tomografias, 30 do banco de imagens da Disciplina de CTBMF-FOAR-Unesp e 30 do Departamento de Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial da Universität Hospital Basel, de fraturas orbitárias unilaterais, envolvendo uma ou mais paredes, reconstruídas por malhas de titânio. E a confecção de modelo orbitário em elementos finitos para validação dos mecanismos de fisiopatologia do trauma. (AU)

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