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Processamento de informação social e agravamento da conduta infracional em adolescentes em conflito com a lei

Processo: 16/08030-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Pesquisador responsável:Marina Rezende Bazon
Beneficiário:Mariana Guedes de Oliveira Franco
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Delinquência juvenil   Conflito (psicologia)   Conflito de leis   Agressividade   Violência   Adolescentes

Resumo

O comportamento delituoso pode se desenvolver, de forma que é possível identificar diferentes padrões de trajetórias, que remetem a um menor ou maior grau de engajamento. O engajamento infracional mais significativo refere-se ao que se convencionou chamar delinquência persistente. Le Blanc propõe que entre adolescentes que apresentam trajetória delituosa persistente, existe um subgrupo cujo comportamento infracional passa a integrar delitos violentos, envolvendo diretamente a pessoa humana (delinquentes persistentes maiores), ao passo que num outro subgrupo não se verifica essa escalada de gravidade (delinquentes persistentes menores). Estudos indicam a existência ligação entre problemas relacionados à regulação da agressividade, decorrente de esquemas cognitivos em estruturação desde a infância, e o desenvolvimento de uma trajetória delituosa persistente, que inclui atos infracionais considerados violentos, já na adolescência. Na atualidade, um dos modelos teóricos mais amplamente evocados para estudar e explicar o comportamento violento em adolescentes, no tocante aos processos psicológicos que subjazem o comportamento, especificamente os de natureza cognitiva, é a Teoria de Processamento de Informação Social (PIS) tal qual proposto por Crick Dodge. O presente estudo tem como objetivo geral investigar as diferenças de padrões de PIS que podem existir entre adolescentes com trajetória delituosa persistente maior (G1=30), persistente menor (G2=30) e adolescentes sem engajamento infracional (G3=30), averiguando as possíveis relações entre o PIS e os padrões de conduta delituosa, com foco especificamente no agravamento da mesma. Os adolescentes que aceitarem participar da pesquisa, cujos pais/responsáveis tiverem consentido, responderão a um questionário de caracterização, a uma Entrevista Estruturada de Delinquência Autorrevelada e a questões presentes em roteiro estruturado para aferição dos padrões do PIS, mediante a apresentação de vinhetas que descrevem situações sociais hipotéticas. A partir dos dados assim coletados, realizar-se-ão análises buscando identificar diferenças dos PIS para cada grupo. (AU)

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