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Potência e dor no trabalho: investigação de um dispositivo de coanálise e estudo da laboralidade

Processo: 16/12674-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Trabalho e Organizacional
Pesquisador responsável:Deivis Perez Bispo dos Santos
Beneficiário:Mônica Alves Verlings
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Psicologia organizacional   Psicologia social   Saúde do trabalhador

Resumo

Este projeto propõe investigar as aplicações da autoconfrontação, que é um dispositivo utilizado por analistas do trabalho como mecanismo organizador da mediação e coanálise da produção de saberes e possível transformação de processos laborais e, também, por pesquisadores como instrumento metodológico para a recolha dos dados de investigações acadêmicas. A autoconfrontação tem sido desenvolvida no cenário teórico da Clínica da Atividade, a qual se insere na área da Psicologia Social do Trabalho e tem como raiz epistemológica a Psicologia Histórico-Cultural de Vigotski. Pretende-se, por meio da execução desta investigação, compor um quadro completo do estado da arte dos usos da autoconfrontação no decurso de atividades de pesquisa e coanálise de ações ocupacionais por estudiosos de múltiplas áreas acadêmicas do Brasil. O objetivo primário será identificar e examinar as aplicações da autoconfrontação em dissertações e teses concluídas em programas nacionais de Pós-Graduação stricto sensu entre 1997 e 2015, considerando os dados tornados disponíveis no Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). Os objetivos secundários serão: detectar e analisar as semelhanças e diferenças na aplicação da autoconfrontação nos trabalhos produzidos no país comparativamente às indicações de uso do dispositivo pelos pesquisadores da Clínica da Atividade; averiguar e discutir as aproximações e diferenças no modo como a autoconfrontação é utilizada em pesquisas brasileiras de diferentes áreas do saber acadêmico como a Saúde Pública, Letras, Educação, Linguística, etc., ainda, em diferentes universidades e Programas de Pós-Graduação. Ao final do trabalho, espera-se apresentar dados sistematizados, discussões e análises capazes de contribuir para metodizar a contextualização para o Brasil deste dispositivo. (AU)

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