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Influência da inibição da acetilcolinesterase na patogênese da periodontite em camundongos: estudo microtomográfico

Processo: 16/12559-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2016
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Ana Lia Anbinder
Beneficiário:Lissa Junqueira Brandão dos Santos
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças periodontais   Patologia bucal   Acetilcolina   Sistema nervoso parassimpático   Neuromodulação   Modelos animais de doenças
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:acetilcolina | doença periodontal | donepezil | sistema nervoso parassimpático | Patologia

Resumo

Na doença periodontal (DP) há perda da homeostase óssea culminando em reabsorção do osso alveolar. Estudos recentes desvendam os mecanismos de ação do sistema nervoso autônomo sobre o metabolismo ósseo. A via adrenérgica age principalmente favorecendo a perda óssea enquanto a colinérgica favorece o acréscimo de massa óssea. Agonistas colinérgicos como inibidores da enzima que degrada a acetilcolina, a acetilcolinestease (AChE), são utilizados para tratamento da Doença de Alzheimer (DA) afim de retardar o processo neurodegenerativo. A hipótese é que esses mesmos inibidores colaborem para diminuir a reabsorção ou até mesmo favorecer a neoformação óssea na DP. Além disso, os efeitos da inibição do sistema nervoso parassimpático sobre os processos inflamatórios podem ser benéficos tanto para a DA como para a DP, caracterizadas como processos inflamatórios associados à senilidade. O objetivo deste estudo é verificar o efeito da neuromodulação parassimpática na patogênese da DP em camundongos. Serão utilizados 30 camundongos divididos em três grupos: (1) Grupo controle (C): dez animais em que não será induzida DP, (2) Grupo ligadura (L): dez animais em que será induzida DP por meio de ligadura ao redor dos primeiros molares inferiores e (3) Grupo donepezila (D): dez animais em que será induzida DP da mesma maneira que no grupo anterior e receberão 1 mg/Kg/dia de donepezila por via intraperitoneal. Transcorridos 7 dias de tratamento, os animais serão sacrificados, as mandíbulas removidas e submetidas à análise microtomográfica para quantificação da fração de volume ósseo (BV/TV), número de trabéculas e espessura de trabéculas (Tb.N e Tb.Th, respectivamente), densidade mineral tecidual óssea (DMTO) da região de furca do primeiro molar. Os dados serão submetidos à análise estatística mais conveniente. (AU)

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