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A "reconciliação" na justiça de transição: uma história conceitual comparada entre os casos sul-africano, brasileiro e chileno

Processo: 15/26204-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Vigência (Término): 15 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política
Pesquisador responsável:Rossana Rocha Reis
Beneficiário:Christian Jecov Schallenmüller
Instituição Sede: Instituto de Relações Internacionais (IRI). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Direitos humanos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Direitos Humanos | formação nacional | Justiça de Transição | memória | Reconciliação | Teoria Política explicativa

Resumo

O propósito desta pesquisa de pós-doutorado é problematizar, em perspectiva comparada, como África do Sul, Brasil e Chile mobilizaram o conceito de "reconciliação" no percurso de seus processos justransicionais. Como defendi no doutorado, a justiça de transição é um campo privilegiado para se observar e problematizar uma formulação levada adiante por instituições estatais ou de interlocução com a sociedade civil em que o Estado lança mão de uma tarefa de (re)formulação de seus próprios fundamentos políticos e das bases sobre as quais a questão nacional pode ser fundada novamente. Dito de forma resumida e tendo em conta esta chave analítica, a pesquisa possui basicamente três objetivos: (1) reconstruir como as experiências justransicionais de Brasil, Chile e África do Sul mobilizaram o conceito de "reconciliação"; (2) analisar para que sentido de (re)formação nacional estas mobilizações do conceito de "reconciliação" apontam em cada caso; e (3) problematizar reciprocamente estas diferentes mobilizações e as inflexões que elas sofreram. (AU)

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