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Processos climáticos responsáveis pela variação da composição isotópica da precipitação na região central do estado de São Paulo -BR

Processo: 16/01195-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências
Pesquisador responsável:Didier Gastmans
Beneficiário:João Felipe Gromboni
Instituição Sede: Centro de Estudos Ambientais (CEA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Hidrologia isotópica   Mudança climática   Composição isotópica   Isótopos estáveis   Processos climáticos   Precipitação   Análise espaço-temporal   São Paulo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Hysplit | isotopos estáveis | Parâmetros Climáticos | precipitação | Hidrologia Isotópica

Resumo

As mudanças climáticas, e suas consequências, vem se constituindo um dos principais campos de pesquisas científicas da atualidade, e nesse sentido uma das ferramentas que tem sido utilizada na compreensão dos mecanismos responsáveis por essas mudanças, é o estudo composição isotópica da precipitação, e suas variações temporais. Os isótopos de Hidrogênio e Oxigênio, denominados isótopos ambientais devido a sua abundância no meio ambiente, por constituírem a molécula da água, são excelentes traçadores da sua movimentação ao longo do ciclo hidrológico, sendo utilizados como ferramentas auxiliares na interpretação dos controles climáticos sobre a precipitação, o que possibilita a sua utilização em estudos de reconstituição paleoclimática. Em áreas temperadas relações entre a composição isotópica da precipitação e parâmetros climáticos, como temperatura e quantidade da precipitação, são bem estabelecidos, entretanto em regiões tropicais, os fatores climáticos, que governam a composição isotópica da precipitação, permanecem questão controversa no seio da comunidade científica. Alguns autores propõem que a composição isotópica da precipitação é influenciada por aspectos de dinâmica climática local, outros advogam a importância de processos de escala global, do tipo destilação Rayleigh. Nesse sentido, o monitoramento contínuo da composição isotópica em diferentes escalas temporais é fundamental. Desde 2013 uma estação de coleta de água de chuva encontra-se instalada nas dependências do CEA/UNESP-Rio Claro, incorporada à rede GNIP, operada pela Agência Internacional de Energia Atômica e que tem por objetivo contribuir para a geração de dados isotópicos e químicos da precipitação incrementando a quantidade de dados para a compreensão das condições de circulação climática regional. O presente projeto de iniciação científica tem por objetivo avaliar a variação temporal da composição isotópica da precipitação (´2H e ´18O) na cidade de Rio Claro, e suas relações com parâmetros climáticos locais e regionais, buscando compreender os fatores climáticos governantes (locais ou regionais), complementando os resultados obtidos em projeto anterior de Iniciação Científica desenvolvido com auxílio da FAPESP.

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