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CONCEPÇÕES DE CORPO NA ASSÍRIA DO PRIMEIRO MILÊNIO a.C.: ENTRE MATERIALIDADE E TEXTUALIDADE

Processo: 16/02441-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Antiga e Medieval
Pesquisador responsável:Marcelo Aparecido Rede
Beneficiário:Leandro Penna Ranieri
Supervisor: Davide Nadali
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Università degli Studi di Roma La Sapienza, Itália  
Vinculado à bolsa:14/22125-2 - Concepções de corpo na Assíria do primeiro milênio A.C.: entre materialidade e textualidade, BP.DR
Assunto(s):Mesopotâmia   Assíria
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Assíria | C | Concepções de corpo | Dinastia Sargônida | Mesopotamia | Primeiro milênio a | Relevos palacianos | História da Assíria

Resumo

No período Neo-Assírio (744-627 a.C.), a prática dos baixo relevos nas paredes dos palácios assírios é largamente utilizada. Contudo, as investigações que mobilizam relevos como fontes em análise para compreensão do contexto assírio apresentam reduções compreensivas ao limitar sua operação somente à ideologia régia e ao desconsiderar os aspectos da materialidade. Assim, há dificuldade no entendimento do papel dos relevos e da materialidade no contexto tratado, materialidade que se vincula à corporalidade, às maneiras materiais pelas quais ocorria o contato entre pessoas e objetos. Dessa forma, qual era e como dava-se a ocupação do corpo naquele contexto? Qual era a concepção de corpo no período Neo-Assírio? O que a materialidade dos relevos pode revelar dessa concepção? Complementarmente, que indícios a textualidade pode dar-nos para analisar a dimensão corporal? O objetivo da investigação é examinar e compreender as concepções de corpo e a agência das representações imagéticas na Assíria do fim do século VIII e do século VII a.C., a partir da análise dos relevos dos palácios de Sargão II (721-705) em Dur-`arrukin (Khorsabad) e de Senaqueribe (704-681) e Assurbanipal (669-627) em Nínive (Kuyunjuk) e de materiais escritos (inscrições reais palacianas, correspondências reais, textos literários e mágicos). Tomando a corporalidade como "laboratório" analítico, através desses meios expressivos, contextualizados em sua totalidade e integrados a outras manifestações da cultura material e escrita da época, é possível uma compreensão do papel dos relevos no período Neo-Assírio.

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