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Os Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim: uma análise do megaevento esportivo como instrumento de soft power chinês

Processo: 15/24945-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Pesquisador responsável:Cristina Soreanu Pecequilo
Beneficiário:Melissa Pedroso Moura
Instituição-sede: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Osasco. Osasco , SP, Brasil
Assunto(s):Esportes   Jogos olímpicos   Eventos esportivos   Relações internacionais   Soft power   China   Século XXI

Resumo

A China no pós-Guerra Fria tem como uma das motivações de sua diplomacia passar a imagem de potência responsável, amigável e pacífica. O esporte tem a capacidade de se tornar um dos mais eficientes instrumentos de soft power. Sediar o maior evento esportivo e mundial, por conseguinte, torna-se uma fonte de oportunidades únicas para qualquer país que queira usufruir do poder brando esportivo. A presente pesquisa, portanto, visa analisar as Olimpíadas de 2008 em Pequim como instrumento de soft power chinês em um momento em que a potência emergente visa a a projeção de seu poder brando em todo o mundo. A fim de demonstrar o esporte também como palco para as relações internacionais, o estudo explorará a faceta política do esporte. Ademais, a pesquisa visará identificar o perfil das relações exteriores chinesas no século XXI. O estudo ainda fará um balanço sobre os aspectos positivos e negativos da experiência chinesa de exploração do soft power de um megaevento esportivo com o propósito de reconhecer a potência asiática como um exemplo para outros países do sul global que podem reconhecer no esporte um meio para auxiliar seu crescimento.

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