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Desenvolvimento de imaturos de Aedes (Stegomyia) aegypti em criadouros artificiais com diferentes salinidades

Processo: 15/19762-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Pesquisador responsável:Tamara Nunes de Lima Camara
Beneficiário:Rubens Carvalho Silveira
Instituição Sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Salinidade   Aedes aegypti   Vírus Zika   Vírus Chikungunya
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aedes aegypti | desenvolvimento | salinidade | Ecologia de Vetores do Dengue

Resumo

Aedes aegypti é um mosquito bastante encontrado em ambientes urbanos e suburbanos, demonstrando comportamento endofílico e antropofílico. Seus criadouros são, geralmente, recipientes artificiais, como pneus, latas, vidros, garrafas, pratos de vasos e caixas d´água. Silva et al. 2006 registraram a presença de larvas de Ae. aegypti em diferentes imóveis, tais como residências, terrenos baldios e escolas, bem como em recipientes artificiais, como tambor, tanque e barril. Além de apresentar essa adaptação a diferentes criadouros, Ae. aegypti é também vetor de arboviroses, como a dengue, endêmica em aproximadamente 112 países, com quase 100 milhões de casos registrados por ano; Chikungunya, com os primeiros casos registrados no Brasil em setembro de 2014, e Zika com primeiros casos da doença notificados em maio desse ano. O objetivo desse estudo é investigar o desenvolvimento de Ae. aegypti em criadouros artificiais com salinidades diferentes. Para avaliar o desenvolvimento das fases imaturas e a taxa de eclosão, serão utilizadas quatro bacias idênticas, com capacidade de 1000 ml. As quatro bacias serão preenchidas com 500 ml de água destilada, sendo que três delas terão quantidades diferentes de sal sem iodo (NaCl), que é o principal composto das águas marinhas. A quarta bacia conterá apenas água destilada. Em cada bacia, serão colocados 100 ovos de Ae. aegypti e 0.20g de ração de peixe Tetramin®. Em uma das bacias, será adicionada água destilada com concentração salina de 35 mg/L; a segunda bacia terá água com concentração salina de 15mg/L, e a terceira bacia conterá a menor concentração salina, de 5mg/L. A quarta bacia conterá apenas água destilada e servirá como grupo controle. Para a analisar da taxa de eclosão de ovos (proporção de sucessos) será realizado a analise multinomial e para a analisar o tempo médio em cada estádio será aplicada uma análise de variância (ANOVA), com um fator fixo. Esse trabalho permitirá uma melhor compreensão do desenvolvimento de Ae. aegypti em recipientes com água salina, a fim de melhor direcionar estratégias de vigilância e medidas de controle sobre essa importante espécie. (AU)

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