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Identificação de áreas degradadas por erosão hídrica e aplicação de metodologias alternativas para recuperação de focos erosivos em áreas de nascentes no distrito de Amadeu Amaral, município de Marília - SP

Processo: 15/11261-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2015
Vigência (Término): 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geografia Física
Pesquisador responsável:João Osvaldo Rodrigues Nunes
Beneficiário:Carolina Julian
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Bioengenharia   Erosão do solo   Geomorfologia

Resumo

A região do Oeste Paulista tem sofrido, ao longo das décadas, intenso processo de desmatamento, substituindo áreas nativas de cobertura vegetal do tipo Mata Atlântica e Cerrado por pastagens e cultivos agrícolas, causando diferentes formas de degradação ambiental em vários compartimentos de relevo. Uma das principais formas de degradação é a ocasionada pela ocupação por pastagens, sem planejamento adequado, ocasionando graves problemas de erosão linear em solos, com predomínio de classe textural arenosa (Latossolos, Argissolos e Neossolos), oriundo dos arenitos da Formação Marília, do Grupo Bauru. Desta forma, o presente projeto tem por objetivo empregar técnicas de bioengenharia, a fim de implantar metodologias alternativas de controle das erosões lineares, com o uso de barramentos elaborados com bambus e sacarias de juta, em virtude de seu baixo custo e facilidade de implementação em áreas de nascentes degradadas, localizadas no município de Marília-SP. Além disso, coletar amostras de solos dos processos erosivos nos quais forem montadas as barreiras para a verificação das características texturais, bem como monitorar a dinâmica erosiva com o uso de estacas graduadas. Para isto realizar-se-á trabalhos de campo, de gabinete e de laboratório, a fim de identificar os aspectos da história de ocupação da região, da cobertura vegetal nativa e atual, do uso da terra, da morfologia do relevo, do embasamento geológico, dos tipos de solos e das condições climáticas. Neste sentido, o trabalho realizado em parceria com o proprietário rural pode estimular o mesmo a desenvolver mecanismos de compartilhamento de suas práticas e experiências com seus vizinhos. (AU)

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