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Desenvolvimento do gineceu e a alteração heterotópica do estigma em Apocynaceae

Processo: 15/19639-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2015
Vigência (Término): 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal
Pesquisador responsável:Diego Demarco
Beneficiário:Isabela Castro de Oliveira
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Apocynaceae   Anatomia vegetal   Evolução vegetal   Estigma   Flores

Resumo

As Apocynaceae possuem uma grande diversidade floral e de sistemas de polinização relacionados a flores extremamente elaboradas e com um alto grau de sinorganização entre peças de um mesmo verticilo e entre verticilos diferentes. Compreender as alterações nos processos de desenvolvimento que resultaram nesse grau de diferenciação morfológica poderá ajudar a compreender a evolução do grupo e suas relações filogenéticas. O estudo do desenvolvimento gera importantes dados sobre a diversidade morfológica floral através da descoberta de inovações-chave e em Apocynaceae, notam-se muitas "tendências evolutivas" em relação a suas flores. Uma das primeiras variações observadas é a modificação da posição do estigma e de sua função. Essa modificação ocorreu precocemente na história evolutiva do grupo e pode ser acessada através do estudo de gêneros basais, por isso, o presente estudo visa analisar flores de dois gêneros basais proximamente relacionados (Aspidosperma e Tabernaemontana) que apresentam o estigma em duas posições e com funções distintas. Esse estudo utilizará meristemas florais, botões em diferentes fases de desenvolvimento e flores adultas através de análise estrutural e ontogenética em microscopia de luz e eletrônica de varredura. Adicionalmente, polinizações artificiais serão realizadas para a verificação da região de penetração dos tubos polínicos no gineceu. Os resultados obtidos serão comparados com os disponíveis na literatura e será proposta uma hipótese evolutiva sobre a evolução heterotópica do estigma no grupo e sua consequente fixação em uma posição subterminal em quatro de suas cinco subfamílias. (AU)

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