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Mães de bebês internados em UTI neonatal: análise de variáveis que influenciam na percepção da condição do bebê e da rede de apoio social

Processo: 15/11072-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Pesquisador responsável:Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues
Beneficiário:Carolina Daniel Montanhaur
Instituição Sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Psicologia do desenvolvimento   Desenvolvimento humano   Recém-nascido prematuro   Idade gestacional   Apoio social   Inquéritos e questionários   Protocolos clínicos   Unidades de terapia intensiva neonatal
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Apoio social | internação em UTI neonatal | percepção materna | prematuridade | Bebês internados em UTI neonatal e apoio social

Resumo

A percepção materna da experiência de conviver com um bebê internado em UTIN é determinada por um conjunto de fatores: do bebê, da mãe, da relação estabelecida com a equipe de saúde e da rede de apoio social disponível. Relacionados ao bebê estão as condições associadas à idade gestacional, peso ao nascer e presença ou não de comorbidades que vão definir o tratamento a ele dispensado assim como o tempo de internação. Enquanto fatores relacionados ás mães estão as histórias passadas de abortos, experiências positivas ou negativas, suas ou de outras pessoas próximas com a prematuridade, posição do bebê na família, entre outros. Os fatores relacionados à equipe de saúde estão a interação estabelecida com os pais, o acolhimento e a veracidade das informações oferecidas. O apoio social tem sido considerado um fator de proteção no contexto de nascimento prematuro, resultando em ganhos para a interação mãe-bebê. O presente trabalho pretende: descrever a percepção de mães de bebês prematuros internados em uma UTIN tem sobre a sua saúde, em dois momentos, logo após a internação e três a cinco semanas depois. O nascimento e condição de seus bebês; identificam quais fatores do bebê, da mãe e da equipe de saúde influenciam a percepção materna da condição do bebê; descrever a percepção que as mães tem da sua rede de apoio e, comparar a percepção das mães da condição do bebê considerando um grupo de mães com boa rede de apoio e um grupo de mães com pouca rede de apoio. Participarão vinte mães que acabaram de dar a luz a bebês que necessitaram de imediata internação na UTI neonatal. Por ocasião do parto e consequente internação do bebê na UTIN, as mães responderão ao "Protocolo para avaliação da percepção materna sobre a condição do bebê internado em UTIN imediatamente após internação". De três a cinco semanas após a internação do bebê as mães responderão "Protocolo para avaliação da percepção materna sobre a condição do bebê internado em UTIN três a cinco semanas após internação" e a Escala de Apoio Social. Os dados serão coletados nas dependências da instituição hospitalar. Os resultados oriundos dos protocolos serão organizados em tabelas para posterior cotejamento dos resultados. É previsto um número maior de mães no primeiro momento uma vez que não há previsão de tempo de internação dos bebês. Dos resultados obtidos na Escala de Apoio Social, serão organizados dois grupos: um com mães com percepção de boa rede de apoio e outro com mães com percepção de rede de apoio deficitária. Serão conduzidas comparações das vivências maternas no contexto da hospitalização do bebê, utilizando o Teste t, de Student.

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