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Comunistas em cena: a dramaturgia de esquerda na resistência ao Regime Militar (1973 - 1979)

Processo: 15/13310-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2015
Vigência (Término): 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Marcos Francisco Napolitano de Eugenio
Beneficiário:Mariana Rodrigues Rosell
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Partido Comunista Brasileiro   Brasil República

Resumo

Desde o início do regime militar brasileiro, a cultura teve um papel fundamental para a atuação das oposições. O teatro, especificamente, foi um espaço de importantes manifestações de resistência, dando lugar a diferentes projetos políticos, promovendo e refletindo importantes debates acerca dos diversos posicionamentos das esquerdas diante do regime autoritário. O presente projeto tem por objetivo contribuir para o estudo historiográfico do teatro, relativamente pouco estudado pela historiografia da arte engajada dos anos 1960 e 1970, se comparado com outros temas. Buscamos compreender qual o lugar da dramaturgia comunista no contexto de resistência ao governo militar e como o projeto político vinculado à tradição do Partido Comunista Brasileiro (PCB) se manifestou no teatro. Nossa principal hipótese é que, apesar da ausência de uma política cultural oficial desde o PCB, o teatro se constituiu no principal porta voz do projeto político desse partido, tendo suas orientações, como a resistência democrática, o frentismo cultural e a luta política (em detrimento da luta armada) como elementos aglutinadores da temática das peças dos dramaturgos de inspiração marxista. Concentraremos nossa análise em quatro peças bastante representativas do período tanto em termos dramatúrgicos como em termos políticos: O Último Carro (1967/1976), de João das Neves; Um grito parado no ar (1973), de Gianfrancesco Guarnieri; Rasga Coração (1974/1979), de Oduvaldo Vianna Filho e Gota D'Água (1975), de Paulo Pontes e Chico Buarque. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
ROSELL, Mariana Rodrigues. \'Ator sem consciência é bobo da corte\': frentismo cultural e realismo crítico na dramaturgia brasileira de matriz comunista, 1973-1979. 2018. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas São Paulo.

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