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Alta concentração de glicose e função de células dendríticas: efeito na proliferação, sobrevivência, ativação e fagocitose

Processo: 15/07932-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2015
Vigência (Término): 31 de maio de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Carlos Rossa Junior
Beneficiário:Debora Emy Miyazaki Lopes
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças periodontais   Resposta imune   Imunidade inata   Glicose   Fagocitose   Células dendríticas   Citometria de fluxo   Microscopia de fluorescência

Resumo

Células dendríticas representam o protótipo da célula apresentadora de antígeno e, como tal, a ligação essencial entre resposta imune inata e adaptativa; exercendo papéis cruciais nos dois 'braços' da resposta imune. Assim, estão envolvidas em diversas condições de natureza infecciosa envolvendo modulação da resposta imune/inflamatória envolvendo interações microbiota-hopedeiro como as doenças periodontais; bem como em condições alérgicas, auto-imunes ou metabólicas, como asma, psoríase, doença pulmonar obstrutiva crônica ou diabetes. Diabetes representa um importante problema de saúde devido à elevada e crescente prevalência e incidência, bem como às severas morbidade e mortalidade relacionadas às complicações vasculares, nervosas e inflamatórias/infecciosas associadas. A relação entre a presença e falta de controle metabólico do diabetes e a maior severidade e extensão das doenças periodontais destrutivas é bem reconhecida e documentada, no entanto os mecanismos biológicos envolvidos ainda não são bem compreendidos. Considerando: 1) a desregulação da resposta imune associada ao diabetes; 2) o papel primordial das células dendríticas na resposta imune; 3) a relação entre o diabetes e as doenças periodontais destrutivas e 4) o papel da resposta imune nas doenças periodontais destrutivas, propomos testar a hipótese que "a exposição à elevada concentração de glicose, característica fundamental do diabetes, influencia a na biologia de células dendríticas". Para isso, utilizaremos uma linhagem murina de células dendríticas que serão expostas a diferentes concentrações de glicose por 3 e 5 dias. Os desfechos de interesse avaliados serão: proliferação celular (por contagem direta em contador automático de células), sobrevivência (por ensaio de Anexina V/permeabilidade de membrana nuclear em citômetro de fluxo), ativação (por detecção de marcadores de diferenciação de células dendríticas após estímulo com LPS bacteriano, utilizando citometria de fluxo) e fagocitose de partículas bacterianas marcadas com fluoróforo (também por citometria de fluxo ou por meio de microscopia de fluorescência).

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