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Precariado, sindicalismo e dinâmicas da ação coletiva: uma análise comparativa entre Brasil e Portugal (2003-2014)

Processo: 15/02025-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Pesquisador responsável:Ruy Gomes Braga Neto
Beneficiário:Ruy Gomes Braga Neto
Pesquisador Anfitrião: Michael Boris Burawoy
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of California, Berkeley (UC Berkeley), Estados Unidos  
Assunto(s):Sociologia do trabalho   Trabalho   Movimentos sociais   Sindicalismo   Brasil   Portugal
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Brasil | Movimentos Sociais | Portugal | Precariado | Sindicalismo | trabalho | Sociologia do Trabalho

Resumo

O desenvolvimento recente dos novos estudos do trabalho global (Global Labour Studies) tem destacado a centralidade das mobilizações dos trabalhadores informais e precarizados na revivificação da ação coletiva do movimento sindical. Além disso, parte significativa destes trabalhos realçam a importância do alargamento transnacional do escopo do sindicalismo na reconfiguração dos movimentos trabalhistas nacionais. Neste sentido, o objetivo do presente projeto consiste em analisar as modificações nas estratégias organizativas do movimento sindical no Brasil e em Portugal a partir da ascensão de novas dinâmicas da ação coletiva do "precariado", isto é, de jovens trabalhadores inseridos em condições precárias de trabalho. Conforme uma abordagem em termos de desenvolvimento desigual e combinado, definimos o Brasil como caso exemplar das dinâmicas emergentes das grandes economias do Sul global e Portugal como caso paradigmático das dinâmicas regressivas dos movimentos trabalhistas do sul da Europa. Em suma, buscaremos compreender em que medida o avanço da crise econômica internacional no Brasil e em Portugal estimulou a formação de "contramovimentos" à mercantilização do trabalho apoiados em novas coalizões entre o sindicalismo e os movimentos sociais protagonizados por trabalhadores precarizados. (AU)

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