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Bases genéticas da resposta aos imunossupressores, tacrolimo e sirolimo, em receptores de transplante renal

Processo: 14/18871-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Rosario Dominguez Crespo Hirata
Beneficiário:Fabiana Dalla Vecchia Genvigir
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Tacrolimo   Polimorfismo genético   Farmacogenética   Sirolimo   Transplante de rim
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Farmacogenética | Polimorfismo | sirolimo | tacrolimo | Transplante renal | Farmacogenética

Resumo

O que torna o transplante de órgãos e a resposta do paciente à terapia especialmente complexa é a estreita janela terapêutica dos imunossupressores, o número de fatores que influenciam a resposta farmacológica e a falta de entendimento completo dos processos agudos e crônicos que trazem prejuízo à sobrevivência e à função do órgão. Hoje, a principal meta da terapia com imunossupressores é a individualização do tratamento, a fim de diminuir os eventos de rejeição aguda, melhorar a eficácia e diminuir os efeitos tóxicos ou adversos dos fármacos. Este trabalho visa contribuir para o entendimento das bases genéticas de resposta aos imunossupressores do tipo inibidores de calcineurina (Tacrolimo) e do alvo da rapamicina (Sirolimo), utilizados na terapia do transplante renal. Para isso, foram selecionados 160 indivíduos submetidos ao transplante renal, no Hospital do Rim e Hipertensão da UNIFESP. Estes indivíduos foram tratados com esquema imunossupressor contendo corticosteroides, micofenolato de sódio e tacrolimo por três meses. Após esse período, em um grupo de pacientes, o tacrolimo foi substituído por sirolimo. Polimorfismos de genes envolvidos com a farmacocinética e com a farmacodinâmica serão analisados por PCR em tempo real. Os resultados deste estudo contribuirão para o conhecimento dos mecanismos farmacogenéticos envolvidos na variação interindividual da ação e metabolismo dos principais imunossupressores utilizados no tratamento do transplante renal e a sua relação com a ocorrência de rejeição do enxerto. Contribuirão também para o alcance de uma terapia individualizada, capaz de reduzir os efeitos colaterais e melhorar a sobrevida do paciente e do enxerto.

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