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Diversidade de fungos isolados de amostras marinhas da Antártica e produção de lipases e esterases

Processo: 14/26451-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2015
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Lara Durães Sette
Beneficiário:Emilia Arthur Notalgiacomo
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Diversidade microbiana   Biodiversidade   Biocatálise   Esterases   Lipase   Antártica   Revisão taxonômica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Antártica | diversidade microbiana | enzimas adaptadas ao frio | Esterases | fungos marinhos | lipases | Enzimas adaptadas ao frio

Resumo

Os fungos marinhos provenientes da Antártica representam um grupo de organismos ainda poucos explorados do ponto de vista ecológico e biotecnológico, tratando-se de um arsenal genético ainda desconhecido que pode vir a ter grande utilidade na descoberta de novos compostos. Enzimas psicrofilicas, produzidas por micro-organismos antárticos possuem aplicação biotecnológica devido a estabilidade em baixas e médias temperaturas. Estudos envolvendo a prospecção da diversidade microbiana antártica tem despertado grande interesse industrial, pois biocatalisadores obtidos a partir desses organismos podem substituir uma vasta gama de processos biotecnológicos visando a diminuição de energia elétrica no setor industrial. Neste contexto, o presente projeto pretende selecionar dentre 347 leveduras e 156 fungos filamentosos provenientes de amostras da Antártica, os melhores produtores de lipases e esterases e, posteriormente, realizar estudos taxonômicos dos principais produtores. A condução do projeto poderá resultar na obtenção de novos biocatalisadores, bem como ampliar o conhecimento sobre a diversidade microbiana de um dos ambientes mais inóspitos da Terra. Em adição o projeto agregará valor ao acervo da Central de Recursos Microbianos da UNESP (CRM-UNESP) e ampliará os dados sobre a biodiversidade que estão disponibilizados em bases públicas, tais como o speciesLink (CRIA/Fapesp) e SiBBr (MCTI).

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