Busca avançada
Ano de início
Entree

Envelhecimento e amido resistente sobre a resposta pós-prandial de glicose e insulina de cães

Processo: 14/16501-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Aulus Cavalieri Carciofi
Beneficiário:Érico de Mello Ribeiro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Nutrição animal   Envelhecimento   Amido resistente   Cão Beagle   Período pós-prandial   Glicose   Insulina

Resumo

Assim como observado para a população humana, a longevidade dos animais de companhia vem aumentando. Por isto, é de interesse crescente ampliar o conhecimento sobre os efeitos da senilidade nas respostas metabólicas em cães. Dentre estes efeitos, destaca-se a resistência insulínica, caracterizada pelo aumento da concentração de insulina necessária para a manutenção da glicemia plasmática normal em cães idosos, efeito que pode estar relacionado à redução tanto da qualidade como do tempo de vida dos cães. A utilização de dietas contendo amido resistente, em diferentes espécies promoveu redução do nível de insulina necessário para manter glicemia fisiológica, diminuindo a ocorrência da resistência insulínica. Não há, até o momento, estudos que indiquem se o amido resistente na dieta é capaz de atenuar a resistência insulínica de cães idosos. O amido resistente se caracteriza pela soma do amido e seus produtos de degradação que não são digeridos e absorvidos no intestino delgado, sendo fermentados no intestino grosso. Diante disso, é objetivo do presente estudo avaliar em cães idosos e adultos a resposta pós-prandial de insulina e glicose, digestibilidade dos nutrientes e formação de produtos de fermentação intestinal promovidas pela ingestão de alimento extrusado com baixa ou alta quantidade de amido resistente. Serão utilizados 16 cães Beagle, 8 adultos (idade entre 2 e 6 anos) e 8 idosos (idade mínima de 10 anos). O experimento seguirá esquema fatorial 2 x 2 de tratamentos, com duas rações (alto e baixo AR) e duas idades (adulto e idoso), totalizando 4 tratamentos experimentais. Este será conduzido em delineamento do tipo cross over, para isto cada grupo de idade de cães será subdividido em 2 subgrupos de 4 animais (parcela do cross over), que receberão aleatoriamente uma das duas rações experimentais por período de 35 dias: dia 1 ao 28 para adaptação ao alimento; dia 29 a 34 para coleta total de fezes para o ensaio de digestibilidade e avaliação dos produtos de fermentação; dia 35 avaliação das respostas pós-prandiais de glicose e insulina ao alimento. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
RIBEIRO, ERICO DE MELLO; PEIXOTO, MAYARA CORREA; PUTAROV, THAILA CRISTINA; MONTI, MARIANA; GAVASSO PACHECO, PETERSON DANTE; LOUREIRO, BRUNA AGY; PEREIRA, GENER TADEU; CARCIOFI, AULUS CAVALIERI. The effects of age and dietary resistant starch on digestibility, fermentation end products in faeces and postprandial glucose and insulin responses of dogs. ARCHIVES OF ANIMAL NUTRITION, v. 73, n. 6, p. 485-504, . (14/16501-1)
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
RIBEIRO, Érico de Mello. Amido resistente, digestibilidade e respostas pós-prandiais de glicose e insulina em cães adultos e idosos. 2016. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias. Jaboticabal Jaboticabal.

Por favor, reporte erros na lista de publicações científicas escrevendo para: cdi@fapesp.br.