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Caracterização morfológica e marcação da pluripotência celular do fígado de embriões bovinos através da imunohistoquímica

Processo: 14/14579-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2014
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Celina Almeida Furlanetto Mançanares
Beneficiário:Rafael Garcia Karam
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão. Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Bastos (UNIFEOB). Fundação de Ensino Octávio Bastos (FEOB). São João da Boa Vista , SP, Brasil
Assunto(s):Bovinos   Fígado   Embriogênese   Desenvolvimento animal   Morfologia animal

Resumo

Diversas tecnologias estão sendo aplicada à reprodução bovina, como transferência de embrião, inseminação artificial e clonagem, isso se deve pela grande perda de embriões bovinos por anomalias no desenvolvimento e/ou aberrações na placentação. Em bovinos a maior parte dos órgãos é formada entre a 2ª e a 6ª semana de gestação, entre eles está o trato digestivo, os pulmões, o fígado e o pâncreas que se desenvolvem do intestino primitivo. A camada endodérmica embrionária dá origem ao epitélio digestivo e trato respiratório, assim como os órgãos: tireoide, pulmões, fígado, vesícula biliar e pâncreas. O fígado é a maior glândula isolada do corpo, correspondendo por 2-5% do peso corpóreo do animal, que possui diversas funções metabólicas desempenhadas por dois tipos celulares, os hepatócitos e as células de Kupffer. Doenças envolvendo órgãos endodermicamente derivados, particularmente pulmões, fígado e pâncreas, incluindo fibrose cística, hepatite crônica e diabetes respectivamente, afetam milhares de pessoas no mundo. Uma via de tratamento para esses pacientes é estimular a regeneração do tecido atingido in vivo ou gerar tecido de substituição in vitro. Este projeto tem como objetivo avaliar morfologicamente o desenvolvimento embrionário do fígado de embriões bovino e marcar as células pluripotentes existentes neste órgão, através do anticorpo OCT4, visando futuro isolamento e cultivo "in vitro" destas células e para utilização em terapia celular. Essas linhagens além de promover possíveis tratamentos para doenças hepáticas, também têm importância nas pesquisas "in vitro" e na elaboração de novos medicamentos, visto que o fígado é o principal órgão de destoxificação do corpo. (AU)

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