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A fundação da sociologia na América Latina: análise comparativa dos casos brasileiro, argentino e mexicano (1930-1970)

Processo: 14/11268-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 11 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 10 de março de 2015
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Pesquisador responsável:Luiz Carlos Jackson
Beneficiário:Luiz Carlos Jackson
Anfitrião: Jose Hernandez Prado
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Universidad Autónoma Metropolitana, Azcapotzalco (UAM Azcapotzalco), México  
Assunto(s):Sociologia da cultura   Intelectuais   América Latina

Resumo

Este projeto visa uma ampliação de minha linha de pesquisa anterior, centrada numa comparação entre os processos iniciais de institucionalização da sociologia no Brasil e na Argentina. Estes foram, provavelmente, os casos mais bem sucedidos de implantação da disciplina na América Latina, baseados em iniciativas concebidas e concretizadas nacionalmente. Não obstante, outros casos devem ser levados em conta para se alcançar uma visão mais abrangente e nuançada de tais fenômenos. Em tal direção, os casos do México e do Chile constituem experiências fundamentais a serem exploradas. O passo a ser dado nos próximos anos envolve investigar em profundidade a experiência mexicana, em contraponto aos casos brasileiro e argentino. A comparação a ser desenvolvida tem como referência os períodos de fundação (1930-1970), inscritos nos processos mais amplos de institucionalização da sociologia, transcorridos ao longo do século XX em quase toda a América Latina.Quais teriam sido os condicionantes e as características principais da experiência inicial de institucionalização da sociologia no México (aparentemente menos exitosa se comparada aos casos argentino e brasileiro)? As dimensões a serem mobilizadas na análise referem-se, principalmente, às estruturas acadêmicas e aos modos de funcionamento da vida intelectual em cada caso, variáveis em função (a) das formas de organização acadêmicas desenvolvidas (universidades, faculdades, escolas, institutos); (b) do recrutamento social de professores e alunos; (c) das relações com a esfera política; (d) das fricções com as tradições intelectuais vigentes, (e) das relações com outras disciplinas, (f) peso relativo dos vetores nacionais e transnacionais de institucionalização. (AU)

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