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Citorredução cirúrgica laparoscópica versus laparotômica no carcinoma seroso de ovário avançado, previamente tratado com quimioterapia neoadjuvante: análise da eficácia cirúrgica e da segurança oncológica

Processo: 13/18117-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2014
Vigência (Término): 30 de novembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Giovanni Mastrantonio Di Favero
Beneficiário:Nathália Macerox Ortolan
Instituição Sede: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias ovarianas   Laparoscopia   Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos   Ginecologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Câncer de Ovário Avançado | Cirurgia minimamente invasiva | Laparoscopia | Ginecologia

Resumo

O câncer de ovário é a segunda neoplasia maligna ginecológica mais comum nos países ocidentais, porém é a mais letal delas. No Brasil, o carcinoma do ovário é a terceira neoplasia ginecológica mais frequente, demonstrando uma clara tendência de aumento nas últimas décadas. Aproximadamente 80% das mulheres afetadas são diagnosticadas com formas avançadas da doença, nas quais o prognóstico é bastante reservado. O tratamento moderno do câncer de ovário é multimodal, baseado em cirurgia e quimioterapia. A sequência destas terapias ainda é motivo de intensos debates na literatura, sendo que a cirurgia primária sucedida pela quimioterapia adjuvante ainda é considerada como de eleição. Destacamos que a cirurgia deve ser norteada pelo princípio da citorredução máxima, porém em um número considerável de pacientes o procedimento não é factível por razões técnicas (volume de doença) ou clínicas. No sentido de aumentar as taxas de ressecção cirúrgica completa e melhorar a performance clínica dos pacientes, procurou-se inverter a ordem das terapias de forma que a quimioterapia seria o tratamento inicial e a cirurgia tornar-se-ia de intervalo. Com isso, foi possível promover uma importante redução tumoral antes da cirurgia citorredutora. Consequentemente, procedimentos complexos com relevante morbi-mortalidade são frequentemente substituídos por cirurgias de menor magnitude. Sabemos que a laparoscopia reduz consideravelmente a morbidade cirúrgica e acelera o regresso dos pacientes às atividades habituais. Apesar de não haver estudos disponíveis que diretamente analisaram a segurança oncológica da citorredução feita por via laparoscópica na era da quimioterapia neoadjuvante, um recente editorial publicado por Nezhat et al. em 2013 incita os ginecologistas oncológicos a considerar futuramente esta abordagem como sendo válida para pacientes selecionadas. Com o intuito de beneficiar uma parcela considerável de mulheres com a cirurgia minimamente invasiva e comprovar especulações correntes na literatura científica, desenvolvemos um estudo piloto para avaliar a aplicabilidade e a segurança oncológica da citorredução realizada por laparoscopia, em pacientes selecionadas, afetadas pela neoplasia em estádio avançado. (AU)

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