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Identificação de espécies de ectomicorrizas em raízes finas de Eucalyptus grandis

Processo: 14/04479-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Marisa de Cassia Piccolo
Beneficiário:Maiele Cintra Santana
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/16623-9 - Intensificação ecológica de plantações de eucaliptos pela associação com espécies leguminosas arbóreas fixadoras de nitrogênio, AP.TEM
Assunto(s):Microbiologia agrícola   Eucalipto   Fungos micorrízicos   Simbiose

Resumo

No Brasil, o Eucalyptus é o principal gênero florestal plantado, representando atualmente cerca de 5,1 milhões de hectares. As florestas de eucalipto exigem grande quantidade de nitrogênio (N) e fósforo (P) e geralmente, são utilizados os solos de baixa fertilidade natural para o plantio, sendo necessária sua correção com a aplicação de fertilizantes. No entanto, a aplicação destes insumos, torna a produção muito onerosa. Neste sentido faz-se necessária a utilização de técnicas de manejo menos agressivas ao solo, tentando inserir o mínimo de fertilizantes minerais, dessa forma otimizando os custos e viabilizando a expansão florestal. Sabe-se que a simbiose entre fungos micorrízicos e raízes finas de E. grandis é de extrema importância na nutrição dessas plantas, tendo um impacto substancial na dinâmica do carbono do solo. Estes fungos atuam como verdadeiras extensões do sistema radicular da planta (aumentando a área de contato com o solo) e a condução de elementos pouco móveis para a planta, como N e P, incrementando a absorção de nutrientes e água. O objetivo do presente estudo é identificar espécies e/ou estruturas de ectomicorrizas associadas às raízes finas de E. grandis até 1 metro de profundidade. A área experimental situa-se na Estação Experimental de Ciências Florestais (ESALQ/USP), no município de Itatinga (SP). Serão coletadas 4 repetições para cada profundidade de solo amostrado (0-25, 25-50 e 50-100 cm). Após a seleção das raízes finas, serão avaliadas através de microscopia as estruturas de colonização de ectomicorrizas, seguido do armazenamento das imagens através de programas computacionais. Os resultados serão expressos em percentagem de ectomicorrizas por segmentos radiculares analisados, bem como os morfotipos encontrados serão comparados em bibliotecas virtuais de institutos internacionais especializados.

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