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O conceito de cidadão na 'Política' de Aristóteles

Processo: 13/26821-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Marisa da Silva Lopes
Beneficiário:Misrael Eber Santana da Silva
Instituição Sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Cidadania   Participação da comunidade   Regime de governo   Política e governo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aristóteles | Cidadão | Cidade | Política | Regime | Ética e Filosofia Política

Resumo

No livro III da Política Aristóteles define cidadão como aquele que pode participar nas magistraturas da cidade. No entanto, ele descreve seis formas de regime, donde três são retos (realeza, aristocracia e regime constitucional) e três são desviadas (tirania, oligarquia e democracia). Dado que a definição de cidadão depende da natureza de cada regime, a questão que se coloca é a respeito da possibilidade da existência de um princípio de acesso à cidadania anterior à natureza de cada regime. Um princípio desse tipo evitaria, segundo nos parece, a exclusão da grande maioria dos membros da cidade da condição de cidadão, o que ocorreria no regime monárquico, por exemplo. Além disso, mantida a definição de cidadão como o que pode participar das magistraturas e o de regime reto como aquele em que o governante tem em vista o bem dos cidadãos, poderia se dar o caso de um regime como o monárquico se identificar com o regime tirânico, posto que os poucos cidadãos seriam, ao mesmo tempo, governantes e destinatários dos bens da cidade. (AU)

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